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FIGURA DO MÊS

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Entrevista com Lívia Castro

A entrevistada da Figura do Mês de Abril é a Lívia Castro, analista de suporte na Câmara de Uberlândia, que começou sua trajetória em Lavras, sua cidade de origem. Ela compartilhou conosco um comando que aprendeu com o Magão, ALT + L, já ouviu falar? Leia para saber mais.

Início da carreira na Sonner: Eu conheci o pessoal da Sonner por um amigo meu, melhor amigo trabalhava no CPD e daí a gente fez amizade com Jandson, Jaderson, Júlio, Marcelo, o pessoal que ia mesmo para implantação né? Acabou que eles levaram a Lílian para poder trabalhar com eles e nesse tempo eu acabei trabalhando para eles com cadastro, eu fiz um cadastro de imóveis pra eles na implantação mesmo, porém eu não fui trabalhar com eles, ficou só a Lilian na empresa, eu fiz só esse trabalho temporário e acabou.

A gente estava passando dificuldade na época, uma situação muito complicada que meu pai estava doente e a gente acabou sendo muito ajudado pela Sonner, a Lilian trabalhando lá, fizemos uma amizade grande, o pessoal ia tomar café lá em casa. Em pouco tempo, depois que meu pai faleceu, eles foram morar com a gente no nosso quarto. A casa era bastante grande, tinha uma parte debaixo que não tinha nada, então a Sonner se mudou para nossa casa. Neander tocava violão todas as noites, a música da Cássia Eller “Palavras” e ele cantava: “PRA LAVRAS, PRA LAVRAS” hahaha que tinha que ir para Lavras né? Foi se tornando uma amizade muito grande mesmo. O Jandson precisava tirar a Lilian de Lavras e aí ele falou “Como vou fazer? O cliente não quer que ela saia daqui” Acho que ele pensou “vamos pegar uma pessoa parecida e colocar lá para ver se ameniza né” e me colocou no lugar da Lilian. Ela ficou dois meses lá comigo antes de viajar para tentar me ensinar o que se passava na Sonner. Foram esses dois meses aí eu passei atender Lavras. Eu cheguei na Prefeitura sem conhecer nada de sistema, nada de prefeitura, nada de órgão público, eu lembro que a Lilian que foi minha professora falava assim “você vai passar o olho na tela e você pega todos os movimentos que eles fizerem, leva um papelzinho e anota tudo.”

Naquela época era uma dificuldade muito grande porque nós não tínhamos celular, nós não tínhamos máquina o suficiente na sala para todo mundo, então para eu falar com alguém aqui na Sonner eu tinha que ir no CPD, pegar o telefone, acessar uma máquina deles para poder passar esse problema, tudo assim bem precário perto de hoje em dia. Não tinha tanta facilidade de comunicação. Então, por ser suporte local e não ter viajado ou participado de nenhuma implantação, eu não tive nenhum sistema específico, sempre tive que aprender tudo, um pouquinho de cada coisa, sabendo ali as telas do sistema para poder atender o cliente, nada específico.

Câmara Municipal de Uberlândia: Assim, é uma coisa que eu acho que eu aprendi lá no município de Lavras, porque 12 anos acaba virando uma família, eu tenho amizade com eles até hoje e eu acho que eu aprendi dentro do cliente que você tem que ser impessoal e imparcial, como o Dorly falou na live, tem q saber ter empatia com as pessoas, não é todo dia que as pessoas estão num dia bom e Lavras já era difícil. Uma forma que eu encontrei ali de amenizar as coisas na Câmara é de você ir dar uma atenção pelo menos, “vamos abrir o chamado aqui, vamos fazer isso.” Às vezes a questão de a Dione ter colocado para mim lá a previsão para eu atender, antes mesmo da gente estar implantando essa parte, foi muito boa porque daí eu chegava e falava “olha, eu não consigo te atender hoje”, eu percebi que isso deu uma acalmada muito grande neles. Mostrar pra um cliente que você tá ali, você não tá nem a favor da Sonner e nem a favor deles, é um ponto muito positivo, porque se você chega lá e eles falam alguma coisa com você e você discorda do cliente, eles já acham que você é só da empresa, se você chega a debater com alguém da empresa do tipo “mas o meu cliente tá precisando disso”, aí são as pessoas da empresa que tomam raiva de você, então a partir do momento que você consegue dosar aquilo ali você não se indispõe nem com o cliente, nem com a empresa, e aí você consegue ir levando a questão, acho que foi mais ou menos isso que eu aprendi nesse tempo de empresa, 14 anos né.  

Os primeiros desafios: Foi bem complicado para eu começar daquele jeito porque eu não tinha conhecimento de nada, então foi um desafio muito grande ter que aprender tudo, tanto do sistema, quanto da administração e você chegar e um lugar onde você tem que substituir uma pessoa e fazer com que as pessoas gostem de você, eu acho que tudo isso foi um desafio muito grande pra mim lá em Lavras. Hoje eu sou muito grata porque eu cheguei a ficar lá em Lavras um ano sozinha, o contrato exigia duas pessoas e o Fábio que era meu gerente na época falou “você dá conta de ficar? Porque eu não tô conseguindo encontrar uma pessoa para colocar aqui “ e eu abracei a causa, falei “vamos ficar” a gente só uma para outra pessoa porque teve problema na prefeitura de troca de prefeito e aí eles foram rever o contrato e falaram “nós queremos duas pessoas”, então foi bem desafiadora essa questão para mim.

De Lavras para Uberlândia: Então, começou com a Lilian saindo pra viajar, eu fui para a Sonner e depois de um certo tempo não parava funcionário lá, eu falei com o Jandson pra gente colocar a outra irmã Liliane na Sonner também e a Liliane lá resolveu que já que a Lilian tava aqui, queria mudar para Uberlândia, gostava muito de Uberlândia e pediu para vir para cá. Ela foi atender a câmara municipal… Aí eu falei “a gente eu tô ficando muito sozinha aqui” e a minha filha louca com Uberlândia, porque a nossa cidade é pequena né, ”Ai, eu quero mudar para Uberlândia quero mudar para Uberlândia” – ela falava, e eu falei “ vamos ver, de repente se o Jandson tem uma possibilidade de me colocar lá na empresa né.”

Aí liguei para ele perguntei se eu tinha alguma serventia para ele aqui na sede, se tinha alguma coisa para eu fazer aí e ele falou “Pode vir, junta as coisas e vem então que você vai trabalhar em Uberlândia.”

Aí chegou aqui em Uberlândia vim com a mochilinha, tudo preparado, falei “Bom dia Jandson, cheguei para trabalhar o que eu preciso fazer?” e ele “Você precisa entrar na sala do Jaderson que você vai atender a câmara que Uberlândia.” Quando eu achei que eu fosse deixar de ser uma suporte geral, local, saber tudo e ia me especificar algum sistema, eles me botam na Câmara. Hoje atendo muito mais RH do que as outras coisas, porque nós remanejamos lá e como o Fernando atende mais a contabilidade, eu fiquei tomando mais conta do RH, de materiais, e ele com sistema web.

Maior desafio: Eu acho que foi uma confiança muito grande deles me colocarem aqui na Câmara de Uberlândia porque a gente sabe que por ser um cliente assim tão difícil de lidar, é difícil as pessoas que eles mandam para lá e são aceitas né, e o Jaderson logo que eu cheguei aqui ele me falou que eu ia para câmara, ele só falou assim para mim:

“Apaga aquele fogo, eu preciso que você resolva o problema daquela câmara” e foi muito gratificante para mim ver que depois que eu tava lá eu diminuí bastante número chamado, diminui reclamação.

Eu fiquei super feliz esses tempos, uns dois meses atrás, porque eu recebi ligação tanto da Midian quanto da Meirivone para poder me agradecer. Então, isso pra mim foi muito bom porque ninguém lá tem isso, a gente tem sempre conflitos com eles, não que a gente brigue com eles, mas é aquele desgaste deles estarem sempre cobrando, isso é uma coisa que eu fico bastante feliz de ter conseguido com eles. Hoje eu já posso dizer assim, não são amigos porque aqui o pessoal mais fechado né, mas já tem uma certa confiança em mim, já gosto mais.

Transformação nos municípios: Para mim não teve muita diferença porque eu não deixei de atender o cliente um dia, eu não tive Home Office, eu não sei que é home office, então mesmo na pandemia a gente sempre atendeu no cliente, mas eu percebo que a Sonner deu um salto muito grande, eu tô vendo em Lavras painel eletrônico sendo implantado, sistema de educação, fui eu que comecei a educação com Nildo lá em Lavras sabe, tem gente lá que eu acho que nem sabe ainda que eu sai de lá e me liga perguntando como que faz isso aquilo.

Eu achei que a Sonner deu um salto muito grande mesmo, essa comunicação que tem hoje em dia, essas lives, a pessoa poder atender de dentro de casa foi uma surpresa muito grande para todo mundo né… A gente foi pego de surpresa e a Sonner se saiu maravilhosamente bem porque todos os recursos que todo mundo precisa a Sonner sempre tem para disponibilizar, mesmo que tenha que ter algum ajuste o outro, acho que a Sonner está atendendo todos os clientes muito bem.

História mais engraçada: Uma coisa que eu lembro assim que a gente dá muita risada foi que o Magno é uma pessoa que não tem tempo ruim com ele né, o Magno chega, chora um pouquinho das pitangas e vai atender, depois voltou e ele usando na máquina dele eu tô vendo que o Magno ta andado pra um lado e pro outro cabisbaixo e falando sozinho. Eu falei “Magno que que tá acontecendo o que foi?” Aí ele falou assim “Menina você tem que me ajudar” e eu falei “o que aconteceu?” e ele “A mulher me falou um comando lá na contabilidade e eu não tô conseguindo entender o que que é esse comando” eu falei “Que comando Magno?” e ele “É um ALT L  você já viu isso? Tava lá conversando com o rapaz aí ele me falou ALT L” eu falei “Magno é o nome do rapaz, é Altieres” e ele “Eu vou voltar lá nessa contabilidade agora, Altieres é o nome do rapaz e eu aqui achando que é ALT L, quem que me falou esse comando? É aquela Rosa lá mandando eu clicar nos negócios!” Mas a gente nunca viu o Magno ficar tão bravo assim na vida e descompassado, mas a gente deu risada e não foi um dia não, todo dia ele chegava na prefeitura e a gente falava “E aí ALT L tudo bem?” Era cada caso, os meninos morarem com a gente era muito engraçado, porque eu chegava na noite e tinha um dia que tava o Julinho e o Magno lá em casa e eu falei “gente vou fazer um cachorro-quente pra nós” e a hora que eu fui fazer esse cachorro-quente, meu cachorro-quente é delicioso, mas eu não sei o que eu fiz que eu salguei esse cachorro-quente, e ai levei o cachorro-quente pro Magno, a hora que ele foi comer ele não sabia que eu tava ouvindo e tava na época daquelas enchentes do Rio, aí ele falou assim “Julinho do céu, se essa enchente do rio vier pra cá eu bebo ela inteira de tão salgado que tá esse negócio” e ele não sabia que eu tava ouvindo e eu falei “Magão tô escutando viu, você tá com sede?” e ele falou “Livinha me perdoa mas esse cachorro-quente seu aqui, ninguém come isso não.” Então assim, eu tive muita coisa com esses meninos lá que virou família não tinha jeito, era piada atrás de piada, eu vivi uma parte muito boa em Lavras, eu sinto muita falta.

Conselho aos novatos: Bom para esses que ficam como suporte local, sei que as vezes é muito difícil porque a gente as vezes tem que aguentar o pessoal daqui bravo e o pessoal do cliente, mas tudo faz parte, aproveita porque hoje tem muito meio de comunicação, tem muito grupo para a gente poder saber das coisas.

Realmente não é fácil quando você entra sem saber de nada, mas a prática leva à perfeição o tempo vai ajudando a gente e força porque vai para frente dá certo, é uma casa que a gente tem pra viver.

Eu sou muito grata mesmo ao pessoal da Sonner por ter acolhido a minha família da forma com que acolheu, Jandson Jaderson, Jander, June até o tio Ataídes né que a gente tem pouco convívio, vocês que a gente acaba muito grata mesmo por tudo que vocês fazem pela gente, eu só posso desejar que eu consiga retribuir de alguma forma tudo que a Sonner já fez por nós.

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