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🎄 Figura do Mês – Silas Alves (Gerente de Negócios e Projetos)

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Neste último Sonner News especial do ano, tivemos a honra de conversar com Silas Alves de Oliveira Júnior, nosso Gerente de Negócios e Projetos! Ele compartilha sua inspiradora trajetória na Sonner, desde a entrada pela “porta da fazenda” até a gestão de grandes desafios em implantações como a de São José do Rio Pardo. Silas destaca a importância da resiliência e do bom relacionamento com o cliente, além de compartilhar uma história que vai te fazer rir.


Amanda: Estamos começando mais um “Figura do Mês” do SonnerNews, na edição especial de fim do ano. Hoje recebemos o Silas Alves de Oliveira Júnior, nosso Gerente de Negócios e Projetos aqui da Sonner. Bem-vindo, Silas! Obrigada por estar conosco.

Silas: Eu que agradeço pela oportunidade. Fico muito feliz de estar participando do Sonner News, ainda mais neste último mês do ano, né, por ser tão especial. Assim, muito obrigado.

Amanda: Verdade. Eu que agradeço! Bom, a gente queria começar o quadro conhecendo melhor você. Se você pudesse se definir em poucas palavras, em alguma característica específica que é marcante na sua personalidade, como que você se descreveria?

Silas: Eu sou um cara resiliente.

Amanda: Perfeito. Gostei dessa característica! E como que essa resiliência se aplica no dia a dia, tanto no Silas da Sonner, quanto no Silas na vida real, fora da Sonner?

Silas: Olha, eu acho que a vida de todo mundo não é fácil, né? Eu acredito que todo mundo tem seus desafios, tem suas dificuldades. E a gente que trabalha nessa área de Tecnologia de implantação de sistemas, ainda mais a gente que trabalha na ponta, a gente sofre muito, a gente passa por muitos desafios. E a gente sofre muitas cobranças.

Pense bem, entenda o seguinte: muitas vezes a gente entra num cliente que já está acostumado, já está adaptado a um sistema há vários anos. Então, quando a gente entra com um sistema novo, com uma ideia nova, até você…

Amanda: Verdade.

Silas: Implantar a ideia de que o nosso sistema é o melhor para eles, que eles vão economizar em papel e impressão e tudo mais, eles têm uma certa resistência. E essa resistência, muitas das vezes… a gente encontra um campo que a gente trabalha, que é um ambiente que chega a ser hostil muitas das vezes.

E para isso a gente precisa ser resiliente e entender que depois da tempestade, vem o céu azul, vem o sol, né? E com a experiência que a gente ganhou ao longo desse tempo, a gente adquiriu essa resiliência, que eu acredito também que está no meu DNA. Desde quando eu vim ao mundo, eu passei por muitas dificuldades, mas, graças a Deus, Deus sempre esteve ao meu lado, Deus e a minha família. E eu fui criando casca, criando força e, graças a Deus, eu me tornei uma pessoa resiliente.

Amanda: Que legal, Silas, muito bom! Eu acho que esse traço da resiliência realmente é muito importante, né? Como profissional para todas as áreas, mas mais do que isso, nessa quebra de cultura, né? Que você citou, acho que tem tudo a ver com o desafio que você enfrentou, que você vai falar um pouquinho mais para frente sobre São José do Rio Pardo, na sua atuação como gerente. Muito legal! Obrigado por compartilhar conosco essa sua característica, para a gente te conhecer melhor.


Trajetória na Sonner

Amanda: Agora eu queria entender sobre a sua trajetória na Sonner. Você está na empresa há mais de dois anos, né? Eu queria saber como que você entrou na empresa, quais áreas você já passou, um resumo sobre a sua trajetória.

Silas: Tá bom. Eu já trabalhei em vários outros lugares, já trabalhei na afiliada da Rede Globo, a TV Integração, de Uberlândia. E quando veio a pandemia, eu tive alguns problemas com trabalho. Eu conheci o Jaderson, já a família do Jaderson, antes de entrar na empresa. Só que eu sempre tive o sonho de trabalhar na Sonner. A Sonner, antes, ela era instalada na Rondon Pacheco, uma avenida grande que tem em Uberlândia. Quando eu passava—hoje eu sou casado, tenho minha esposa, mas na época ela era minha namorada—eu passava em frente à empresa e eu falava para ela assim: “Um dia eu vou trabalhar nessa empresa“.

Amanda: Olha que legal!

Silas: E isso, de certa forma, acho que Deus ouviu e quis que eu escrevesse uma história aqui na empresa.

Passou um tempo, veio a pandemia. Eu não queria pedir um emprego ao Jader, porque eu falava para minha mãe o seguinte: “Não, mas eu não quero pedir um emprego e entrar numa empresa só por conhecer o pessoal. Eu quero entrar por mérito meu“.

E minha mãe falou para mim o seguinte: “Filho, você é inteligente, você é esforçado. Tenha certeza que você não vai entrar porque apenas eles te conhecem. Eles não vão fazer nada de graça para ninguém. Você conhece muito bem eles, se você entrar vai ser por mérito seu”.

E eu fui, resolvi mandar uma mensagem para o Jaderson. E quando eu mandei essa mensagem, ele falou o seguinte: “Cara, eu não tenho uma oportunidade na informática agora, justamente pelo fato de estarmos passando por uma pandemia. E nós paramos de viajar, mas eu vou lembrar de você”.

Se passaram oito dias, ele me mandou uma mensagem falando assim: “Você consegue vir na empresa para a gente conversar?

Eu falei: “Claro”. Eu fui até a empresa e, no dia seguinte, ele falou o seguinte para mim: “Cara, eu tenho uma vaga para você na Fazenda. Você vai entrar, você vai fazer de tudo, saiba disso, você vai ganhar X, mas enxerga isso como uma porta de entrada”.

E assim eu fiz, eu topei. Eu nunca neguei trabalho. Sempre quando eu precisei trabalhar, eu trabalhei de servente, já trabalhei de várias outras coisas. Quando eu tinha 10 anos, eu vendi…

Amanda: Caramba, tão novinho!

Silas: …Eu pedi à minha mãe para que eu pudesse vender picolé ali, próximo de casa, para eu ter o meu dinheiro. Então, eu sempre gostei de trabalhar e eu aceitei esse desafio. Fui para a fazenda.

Chegando na fazenda, tinha mais ou menos uns 40 funcionários na fazenda, que estava começando as obras. As obras estavam a todo vapor. E aí eu cheguei, demorei a ganhar a confiança desse pessoal, porque surgiu um comentário que eu estava entrando na fazenda para dedurar o pessoal.

Amanda: Olha!

Silas: Eu demorei a ganhar a confiança deles. Mas aí aos poucos, eu fui conversando, fui pegando pesado e trabalhando: plantando grama, fazendo massa. E aí a confiança dos meninos…

Teve um dia que eu estava transportando uma areia de um lado para o outro. Tinha terminado uma obra e eu estava transportando areia para outro lugar, para começar outra obra. E o Seu Jaderson passou de caminhonete, viu o outro servente escorado na pá. E aí ele falou assim: “Silas, larga essa pá aí. A partir de hoje, você vai fiscalizar a fazenda. Você não vai pegar no pesado. Deixa que o Toddynho termine esse serviço aí”, que era o cara que estava escorado.

Amanda: Toddynho!

Silas: E aí… Eu fui, entrei na caminhonete. Ele me passou algumas outras demandas, falou que eu iria fazer as compras da fazenda e fiscalizar o pessoal, o trabalho do pessoal. Mesmo tendo essa nova função e ele falando para eu não pegar no pesado, eu continuei ajudando o pessoal. Quando chegava carreta de grama para plantar, a gente tinha um período curto para plantar, senão a grama morria. Então, eu continuei ajudando o pessoal e pegando pesado, e com isso eu ganhei mais ainda o respeito deles e a confiança deles.

Aí chegou um dia que as obras foram diminuindo. O Seu Jader chegou em mim e falou assim: “Cara, eu fiz uma lista, as obras estão diminuindo. Eu vou mandar um pessoal embora“. Eu pensei: “Nossa, fui mandado embora”.

Você tá na lista, mas é para ir para a informática. Você tem interesse?

Aí eu falei assim: “Cara, eu posso te responder até que dia?”

Ele falou: “Até hoje à tarde“.

Aí eu conversei com a minha mãe, conversei com a minha namorada na época, que hoje é a minha esposa. Eles me apoiaram, elas me apoiaram, minha família me apoiou, falou que era uma ótima oportunidade. Falei com meu pai, meu pai falou assim que era para eu agarrar essa oportunidade. E eu agarrei essa oportunidade.

Comecei a viajar de segunda a sexta para implantar São José do Rio Pardo. A Larissa na época me ligou—na verdade, ela me viu pessoalmente—falou assim: “Fiquei sabendo que você vai implantar e tal, você vai viajar, você já vai entrar no olho do furacão numa implantação de sistema”.

“Bom que eu aprendo”, eu pensei. E é isso que eu gosto, é dessa área que eu gosto.

E eu fui. O Seu Jaderson falou para mim: “Cara, chegando lá, você vai ter uma pessoa que vai te ensinar as telas do sistema. Você não vai aprender meu sistema em faculdade nenhuma, e eu já tenho alguém que vai te ensinar”. Só que época de implantação é muito raro alguém parar para te ensinar. Então, muitas pessoas me ensinaram algumas coisas, e muitas coisas também eu me dediquei, estudei, passei noites e noites estudando. E no meu segundo dia, eu dei o meu primeiro treinamento.

Amanda: Nossa, Deus! Foi desafio atrás de desafio! Você foi agarrando e fazendo as oportunidades acontecerem ali, né?

Silas: Nesse caminho, tiveram muitas pessoas que me ajudaram, graças a Deus. O Emerson me ajudou, da Saúde, o Carlos me ajudou, o Magão me ajudou, o Tiago Dido me ajudou, Davi me ajudou. Então, muitas pessoas me ajudaram.

E aí, na segunda semana, eu fui para Vargem Grande do Sul, que era uma cidade perto de São José do Rio Pardo, 30 km uma da outra, que estava acontecendo uma implantação em paralelo. E eu fui para a equipe de Vargem Grande do Sul e comecei a implantar o sistema de saúde junto com os meus colegas de trabalho.

Passou um tempo, os meninos saíram. Eu fiquei em Vargem Grande do Sul e estava dando o atendimento para o pessoal ali, pós-implantação, no sistema de saúde.

Aí eu conheci o Tiago Dido, e eu falei para ele: “Cara, você tá na empresa há muito tempo. Eu queria conhecer mais dessa área pública”. E a gente fez uma amizade. E eu lembro que a gente tava dormindo na mesma casa. Eu falei para o Seu Jader assim: “Ó, sabe com quem eu estou aqui? Com o Tiago Dido”.

“Eu sei”, ele falou assim, “Cara, aprende até o ronco desse cara aí”.

Amanda: Estuda ele!

Silas: Eu falei para o Tiago, eu tinha interesse de aprender mais sobre a área pública. O Tiago me deu uma aula de área pública, e ele viu meu interesse de crescer. E ele foi para Socorro. Ele foi ser gerente técnico de Socorro, da implantação de Socorro. Ele falou para o Jaderson que queria eu na equipe dele. E eu fui para Socorro.

Chegando em Socorro, eu tive o desafio de implantar o sistema de almoxarifado, que eu nunca tinha tido contato. E aí eu aprendi esse sistema de almoxarifado. O Magno me ajudou bastante na época. Implantei o sistema de almoxarifado.

Terminei o sistema, falei para o Jaderson: “Terminei”.

Ele falou: “Você vai implantar Gabinete“.

Não tinha ninguém que sabia desse sistema de Gabinete. Entrei no FTP e vi uma aula de 2016 que o Marco Wellington tinha dado. Aí eu aprendi mais ou menos o sistema e fui dar meu treinamento e fui implantar o sistema de Gabinete em Franca.

Aí depois, implantei o sistema de Guarda Municipal, ajudei o pessoal um pouco no PDF também.

E o Tiago tirou férias para ir para o Chile. E aí os meninos estavam fazendo uma reclamação, e a reclamação que eles estavam fazendo era por não ter documentado uma tratativa que eles tinham feito com o cliente.

E eu falei: “Gente, a gente sofre muitas das vezes porque a gente não documenta“. E o Tiago acompanhou e viu eu falando isso. O Tiago falou assim para mim: “Cara, você tem jeito de gerente“.

Aí o Tiago reuniu a galera e falou assim—ele não me avisou nada—ele falou assim: “Gente, eu estou indo para o Chile. Quem vai ficar na gerência no meu lugar é o Silas“.

Aí foi uma surpresa para mim. E dentro desse período que eu fiquei na gerência de Socorro, o Tributário estava enfrentando alguns problemas. E aí eu solicitei que o Jaderson mandasse o Wilton, que é um dos desenvolvedores do Tributário, para trabalhar na implantação. E eu fazia reuniões diárias com o Wilton e com a diretoria do Tributário para ver em que pé que a gente estava, o que a gente tinha avançado, e em uma semana a gente resolveu os problemas do Tributário naquela época.

Amanda: Nossa, uma semana! Você passou por vários sistemas e várias cidades em pouco tempo, né, Silas?

Silas: Sim. E aí, o Jaderson foi para uma reunião, a diretora do Tributário me elogiou…

Amanda: Você aprendeu na prática ali, implantando e dando os treinamentos. Nossa, que mais!

Silas: …O prefeito me elogiou.

E hoje eu comecei a andar mais, mais… E quando eu pedi uma oportunidade para o Jaderson, uma das coisas que eu falei que eu fazia bem é dirigir. Eu falei assim: “Jaderson, uma das coisas que eu faço bem é dirigir, eu dirijo muito bem”.

E aí, quando eu tive mais contato com o Jaderson, ele falou assim: “Cara, você dirige para eu resolver uns problemas aqui?

Falei: “Dirijo”.

Ele falou: “Você dá conta?

Falei: “Vai, faz o teste”.

E aí eu comecei a dirigir para ele, ele resolvendo os problemas dele. E ele falou assim: “Rapaz, né que é verdade que você é um bom motorista, né?

E aí…

Amanda: Mais uma vez!

Silas: E em uma dessas viagens, ele ligou para o Robert, que é um outro gerente comercial que a gente tem, e ele falou assim: “Robert, eu preciso que você vá em São José do Rio Pardo, resolver um problema para mim”.

Ele terminou a ligação, e aí, como eu sabia que o Robert atendia várias outras cidades, eu falei assim: “O Robert deve estar muito atarefado, né? Talvez o Robert está muito atarefado, eu vou lá e resolvo esse problema para o senhor”.

Aí ele falou assim: “Cara, o gestor de lá é meio cascudo, o cara é meio Casca Grossa. Você precisa de aprender, e depois você vai. Eu vou te passar algumas demandas para você resolver para mim”. Aí eu pensei: “Nossa, ele, então, ele tem intenção de me colocar na gerência, né?”

E aí ele falou assim: “Mas você vai lá com o Robert. A reunião vai ser dia 12 de Dezembro de 2023“.

E aí eu gravei esse dia. A gente tinha começado a implantação em Amparo. No dia seguinte, eu falei para o Jaderson assim: “O senhor vai querer que eu vá com o Robert na reunião?”

Ele falou assim: “Não, quem vai na reunião sou eu, não preciso de ir não“. Aí eu fiquei triste, né, que eu estava contando com essa reunião.

Amanda: Estava animado já?

Silas: Aí eu fui para Amparo, ele falou: “Segue a vida“. Aí eu estava implantando o sistema de Assistência Social.

Eu passei a catraca da Prefeitura de Amparo, o Jaderson me ligou, ele falou: “Cara, onde você tá?

Eu falei: “Acabei de entrar na prefeitura”.

Ele falou: “Pega um carro e vem para São José do Rio Pardo, que você vai ser importante nessa reunião“.

Aí o único carro que tinha à disposição era um Corsa Classic. Eu fui.

Amanda: Caramba!

Silas: A distância de Amparo a Rio Pardo é mais ou menos 160 km. Eu peguei esse Classic, eu fui a 180 por hora. E aí eu cheguei lá no horário certinho da reunião.

Amanda: Olha só, que legal! Essa foi a história que você enviou no formulário, né?

Silas: E antes, no caminho, eu tenho muita fé em Deus. Eu pedi a Deus o seguinte, eu falei assim: “Deus, eu vou participar dessa reunião. Só que eu não quero só participar, eu quero contribuir com essa reunião”.

E eu cheguei na reunião e a secretaria estava toda reunida. Estava eu, o Jaderson e o Caio, um especialista que a gente tem de Contabilidade. E todo mundo reclamando: “Ah, eu pedi alguma coisa para o suporte, o suporte não fez, o suporte esqueceu”.

Aí eu falei, eu pensei comigo: “Gente, mas nós temos uma ferramenta que abre pendências e fica registrado no sistema”.

Aí eu fui, falei com o Jader assim: “O senhor me permite fazer uma observação?

Aí ele falou: “Claro”.

Eu falei com o secretário de Gestão, que era o Casca Grossa: “Paulo, você sabe abrir uma pendência pelo sistema?

Ele falou assim: “Não“.

Eu falei: “Eu estou te mandando um passo a passo de como abrir pendência, e eu te garanto que em três meses, em menos de três meses, esses problemas todos que vocês citaram aqui estão resolvidos, se você fizer o que eu estou te falando“.

E aí o Jaderson falou assim: “Esse rapaz que falou aqui é o meu Gerente Comercial que vai cuidar de São José do Rio Pardo“.


🏔️ O Grande Desafio em São José do Rio Pardo

Amanda: A figura do mês que a gente selecionou você como nosso entrevistado, e esse foi o seu maior desafio, né, na sua atuação como gerente. Você estava ali no olho do furacão, foi chamado de última hora para a reunião. Quais desafios nessa época o município estava enfrentando? Qual que era o panorama ali, além do que você já falou?

Silas: A gente tinha feito uma implantação em paralelo, e a gente teve muitos, muitos problemas. E esses problemas, eles foram carregados por um certo tempo, justamente porque o pessoal, o próprio cliente, ele é um pouco difícil, sabe? Dos meus clientes, assim, é o cliente mais difícil que eu tenho, se eu não me engano, o mais difícil da Sonner.

Então, é um cliente que, como eu tinha te falado, ele estava acostumado com outro sistema, e qualquer sistema que entra, as pessoas elas reclamam, elas ficam, elas demonstram uma certa resistência.

Amanda: Exige uma mudança de cultura e na rotina também, né? Dos servidores, para eles se adaptarem ao novo, né? Acho que isso gera essa restrição.

Silas: A maior dificuldade que a gente teve foi de aceitação, porque o secretário que até hoje está lá, ele não vai com a nossa cara, então ele trabalha para tirar a gente do município.

E, infelizmente, essa foi a maior dificuldade e é até hoje a maior dificuldade que a gente tem. Mas os problemas que eu enfrentei na época é que eles não centralizavam as demandas. Os problemas ficavam tudo muito solto e não era efetivamente resolvido. Então, foi aí que eu tive a ideia de usar o que a gente já tinha, que era a ferramenta de abertura de chamados. Os problemas que foram citados nessa reunião foram resolvidos em menos de três meses. Inclusive, eu fiz uma planilha na época e elenquei todos os problemas que eles citaram, e eu tenho essa planilha até hoje. Todos os problemas foram resolvidos de acordo com o que eu falei para ele.

E assim, tudo isso a gente conseguiu graças não só a mim. Eu fui só um detalhe, foi a ideia que eu dei e depois eu trabalhei junto com a minha equipe. Mas a minha equipe, o Gabriel da época, a Aline, os desenvolvedores, o próprio diretor que me deu apoio, me deu força… Então, eu sou grato a todo esse pessoal aí, que nós juntos fizemos a diferença.

Amanda: Nossa, em três meses é um resultado muito bom! Que legal, Silas! Acho muito legal você agradecer a todo mundo. Se lembrou aqui, já contando um pouco da sua trajetória, de vários nomes de pessoas que te ajudaram, e muito legal você fazer o reconhecimento da equipe. Acho que essa é uma cultura muito forte aqui da Sonner, né? Um time muito colaborativo que pega na mão quando a gente precisa de ajuda.

E adorei conhecer essa história um pouco mais desses desafios que você enfrentou, e você teve que ter muita resiliência, né? Como você disse lá no início, para você passar por tudo isso. Parabéns pela conquista.


Momento Descontração

Amanda: Agora eu queria entrar na parte mais engraçada, né? Depois que a gente fala de resultado e de desafios, eu queria que você lembrasse, talvez, de alguma história engraçada que você já enfrentou na Sonner, algum momento descontraído com a equipe ou você sozinho, para você compartilhar aqui com a gente.

Silas: Quando eu era suporte lá em Vargem Grande do Sul, a gente estava criando os usuários para o cliente, né? E muitos esqueciam a senha, e aí dava problema, não conseguiam entrar e falavam que era problema no sistema.

Aí teve uma moça que falou que estava com problemas, não estava conseguindo entrar no sistema. Aí eu falei assim: “O seu problema não é a senha? Talvez você esqueceu a senha”.

Ela falou assim: “Não é a senha que eu estou colocando aqui, a senha que eu registrei“. Mas ela falou: “Mas não é o problema de senha, está dando um erro aqui no sistema“.

Eu falei: “Tira uma foto, por favor, e me manda“.

Aí a moça foi, tirou uma selfie dela.

Amanda: Muito boa essa história!

Silas: E aí essa mesma pessoa… Eu redefini a senha dela, e eu falei para ela assim: “Ó, sua senha é do um ao sete“. Ela falou assim: “Não, mas não está dando certo“.

Aí eu entrei no N-Desk, acessei a máquina dela, e ela estava digitando ‘u’ e escrevendo ‘ao sete’.

Amanda: Ao invés de digitar a ordem numérica de 1 a 7! Às vezes, o problema não é o sistema, né? Muito bom!

Silas: Vivemos muitas situações engraçadas, mas essa foi uma das campeãs.


Conselhos Finais

Amanda: Muito bom! Agora, para encerrar nossa entrevista, depois desse momento de descontração, dessa história, eu queria que você desse um conselho para quem está entrando na Sonner ou para quem já está na Sonner há um tempo, mas deseja crescer profissionalmente como você, que passou por vários cargos, vários desafios. Qual conselho você daria para o restante do time?

Silas: Olha, o conselho que eu dou, que eu sempre falo para os meninos que trabalham comigo, é: Tudo que a gente aprende fica com a gente. Hoje, nós temos a oportunidade de trabalhar numa empresa consolidada no mercado, uma empresa pioneira nesse ramo.

A gente precisa se dedicar. Muitos querem aumento de salário, o que não está errado, mas primeiro a gente precisa se dedicar e entregar resultados, porque esses resultados eles vão ser vistos. E a empresa, ela é uma empresa que olha para isso, que olha para o funcionário, que valoriza o funcionário.

Então, se a gente se dedicar, se a gente mergulhar de cabeça, vestir a camisa da empresa, nós vamos colher bons frutos e nós vamos ser vistos por isso.

E esse é o conselho que eu tenho. E que a gente também tenha tranquilidade. Eu tenho muita fé, e eu procuro sempre estar conversando com Deus, e Deus me ajuda a ter essa tranquilidade e esse controle emocional que a gente precisa bastante. E sempre atender bem o cliente, mesmo que o cliente não te solicite. Passe no cliente, veja o que o cliente está precisando, converse com o cliente, tenha uma proximidade maior com o cliente, um bom relacionamento.

Porque quando você precisar de um tempo maior para resolver um problema, se você tiver um bom relacionamento, ele vai estender o prazo, ele vai te dar mais prazo para resolver tal problema. Então é isso.

Amanda: Excelente, Silas! Adorei os conselhos, muito bom, né? Desde a vivência com o cliente até a fé e essa tranquilidade no dia a dia. Muito obrigada por ter topado participar da “Figura do Mês”. A gente está encerrando aqui nosso último “Figura do Mês” do ano. Obrigada também a todo mundo que acompanhou até o final e até o nosso próximo Sonner News!

Silas: Eu que agradeço, um abraço a todos!

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