fbpx

FIGURA DO MÊS

Compartilhe esta publicação

O entrevistado deste mês é o Leandro Ramalho. Ele foi um dos componentes da equipe que desenvolveu o módulo EAD e tem mais de 20 anos de histórias para compartilhar. 

Neste mês, temos mais uma novidade: lançamos o novo formato de entrevistas e conteúdos em vídeo, visando atrair mais espectadores conectados e interessados com os conteúdos que disponibilizamos aqui. 

Figura do Mês em vídeo: assista!

Conta um pouco da sua trajetória e início na Sonner?

Bom, antes de mais nada eu vou me apresentar. Meu nome é Leandro, tenho 44 anos. A minha experiência de vida tá muito relacionada com a Sonner. Conheço toda a família, os donos da empresa há muitos anos e surgiu a oportunidade de trabalhar no grupo da empresa Sonner, em 1997. Eu fazia faculdade, a empresa tava crescendo e precisando de pessoas pra trabalhar na área e eu já tinha vários cursos e aí o Jander me chamou pra poder participar da equipe, fazer um teste. Lembro que na época eu entrei junto com o Neander… Tô entregando que o Neander também é velho, mas é claro que parece mais velho do que eu, então tá tudo certo… rsrs Foi no início do ano de 97, a gente entrou como estagiário/programador júnior. Se não me engano, na carteira, isso fica bem marcado pra mim, o salário mínimo custava 112 reais. E esse era o meu salário e do Neander.

Nós entramos pra dar o suporte técnico, aprender programação… Na época a tecnologia era o SQL Windows, que depois se tornou Centura. Então, a gente, assim como qualquer analista que entra na empresa, o Jander sempre pede pra fazer um sistema teste. A gente fez um sisteminha de locadora. Era bem interessante porque eu era bastante jovem e tinha muito tempo e muita energia pra dedicar ao trabalho. Era na época do Custódio e havia poucos funcionários. Se não me engano, eu fui registrado como o funcionário da área de tecnologia 007. O 7º funcionário. Na época já estavam o Juan, o Eliseu, o Flavinho, a Marilda… uma menina que trabalhava com a gente também. Mais algumas outras pessoas… Então, era uma sala onde nós sentávamos e trabalhávamos juntos. Quando chegaram os 1os computadores padronizados, era um Compaq bem compacto realmente, monitor, teclado e CPU tudo junto. E a gente desenvolvia, trabalhava ali. Acho que o 1º sistema foi o sistema de Contabilidade. A gente tava tentando fazer um sistema de Contabilidade e também havia a possibilidade de criar um sistema de cadastro de cheques, uma coisa assim parecida. E foi algo bem desafiador, a maioria de nós trabalhava muito mais do que o horário de expediente. A gente ficava na empresa. Claro que tinham os momentos de descontração… As vezes a gente fazia campeonatos de jogos de computador. O Jander sempre foi um cara muito adepto a esse tipo de relacionamento social com o pessoal do trabalho. Se não me engano tinha um jogo chamado Warcraft, a gente jogava Doom… Eram coisas que realmente faziam parte da nossa vida e tava bem misturado vida pessoal com vida profissional. Isso foi em 98.

Em 99, tive uma segunda passagem na empresa, mais rápida, porque eu queria terminar a faculdade. Eu fazia faculdade e trabalhava, então eu saia nos horários de aula e depois voltava pra empresa. Era difícil, a gente viajava muito. Qualquer problema que dava tinha que ir no cliente, porque não tinha internet, não tinha como resolver. Então, a gente tinha que pegar o carro e ir lá resolver. Então, acabei ficando muito pra trás na faculdade… E em 99 resolvi sair pra tentar acabar a faculdade e formar e assim ficar mais tranquilo pra conseguir focar nas coisas do trabalho.

E você terminou?

Não, aí eu não terminei a faculdade. Nesse período eu dei aula, porque eu fazia matemática. E em 2002, eu tava me preparando já pra casar e surgiu a oportunidade de eu voltar pra empresa. Como muitos de vocês sabem, a empresa teve um início na área de logística, palletização e tal. Então, eu entrei pra trabalhar no sistema que fazia a gestão da logística, da entrega das mercadorias, palletização e etc. Então, eu entrei pra dar suporte nesse sistema, ser o responsável técnico por ele, que foi desenvolvido em SQL Centura.

Como foi a sua história com a área de Educação?

Depois que a empresa se desligou desse ramo de atividade, eu fui inserido inicialmente pra criar o sistema de saúde pública. Eu comecei a dar início. Eu lembro que a gente tinha essa demanda, como um piloto, da Prefeitura de Indianópolis, que era nosso cliente. Comecei nessa área e logo depois eu sai, não fiquei muito tempo trabalhando na área da saúde. E surgiu, pela saída de uma das funcionárias da empresa, a Carla, a oportunidade de trabalhar com a educação. E foi em 2004, efetivamente, que a gente começou a dar prosseguimento e trabalhar nessa área, onde eu trabalho até hoje, com o sistema de educação, com levantamento de requisitos, regras de negócio, implementação, manutenção do sistema e definições de novas tecnologias, juntamente com o nosso diretor de tecnologia, o Jander.

Logo que eu entrei pra área de educação, a gente tinha um grande desafio que era implementar esse sistema, pra um cliente com o qual a gente tinha um grande relacionamento, que foi a Prefeitura Municipal de Pedro Leopoldo, um dos nossos grandes clientes até hoje. Como a maioria também sabe, a nossa equipe de desenvolvimento é bem enxuta, então a gente tem que desenvolver várias tarefas… e eu lembro que naquela época, eu era tanto o desenvolver como o responsável pela implantação e suporte… Então a gente era multiuso, tínhamos múltiplas funções.  Acho que eu fiquei uns 6 meses indo toda semana de carro. Era a frota dos UNOs brancos. Quem era da época lembra… Toda semana a gente pegava o carro e ia pra Pedro Leopoldo, passava a semana lá, processo de implantação, eu programava lá. Algo que é bem interessante e que mostra a evolução e o crescimento da empresa sãos os recursos. Notebook era algo bem restrito por causa do valor financeiro. Então, nós trabalhávamos com CPUs, computadores.

Se não me engano, o Rogerinho (Rogério Gomes) falava que tínhamos que criar mecanismos de transporte mais seguros pra CPU. Arrumou uma sacola portátil, que a gente deu o nome Netbox, que era a sacola que a gente carregava a CPU e levava pra todo lugar! A gente arrumava um monitor no cliente. E assim a gente trabalhava, fazia as reuniões e tava na ponta junto ao usuário.

Assim, foram períodos difíceis, em que a gente tinha que se desdobrar. A empresa tava crescendo, então não tinha tantos recursos que pudessem ajudar nesse processo. Mas, foi muito válido, porque a gente pode ver o nosso crescimento. Hoje a gente consegue medir e ter uma certa facilidade em lidar com os problemas e as situações.

A gente começou em Pedro Leopoldo, depois a gente foi implantando em outros clientes a versão desktop, desenvolvida em Centura. Como todos os outros sistemas que a empresa possuía na época, o sistema de educação era implantado de forma local em cada uma das unidades escolares. Não havia uma integração do banco de dados e isso era um complicador, porque você tinha uma replicação de dados. O aluno migrava de uma escola pra outra e não era possível manter um histórico porque a informação tava apenas restrita a cada uma das unidades escolares. E esse sempre foi um grande desafio da empresa, em relação ao sistema de educação e de saúde.

Até que, no ano de 2007… Na verdade, até antes, nós havíamos tentado fazer algo que fosse trabalhado na internet. Começamos a desenvolver em java, tivemos vários cursos, treinamentos… Isso já era lá no CDN. E foi definido na empresa que o 1º sistema que nós faríamos web, seria o sistema de educação. Então, em 2007, nós desenvolvemos o sistema, fizemos todos os levantamentos de requisito, verificamos no nosso sistema o que funcionava de fato, o que não funcionava, de que forma a gente deveria reescrever o nosso sistema pra ser algo mais funcional e que atendesse a necessidade de todos os nossos clientes. Se não me engano, nós começamos a fazer a implantação desse sistema, no cliente Prefeitura Municipal de Pouso Alegre. E nós fizemos essa implantação. A equipe de desenvolvimento passou a viajar menos e ficar mais na empresa pra gente poder desenvolver os produtos de forma mais efetiva e mais rápida. Mas, a gente continuava desenvolvendo papel também da equipe de implantação. Então, eu fui uns 2 ou 3 meses pra Pouso Alegre, fizemos treinamentos com os usuários, que eram os secretários das unidades escolares. Foi uma experiência muito bacana, porque sempre foi o sonho da empresa crescer de forma tecnológica e entrar com um sistema que pudesse ser acessado de qualquer lugar do planeta, onde se tenha acesso a internet. Foi um divisor de águas pra empresa.

Após isso, começamos a agregar vários produtos dentro do sistema. Foi feito pra Prefeitura Municipal de Suzano, no ano de 2010, um módulo de gestão do funcionalismo público da educação, com o sistema de Cadastros de Títulos, Tempo de Serviço e Remoção Funcional. Lá, o cliente levava aproximadamente de 4 a 5 meses pra fazer esse processo e tinham muitos problemas relacionados a questionamentos de professores, devido a transparência do processo. Então, eles solicitaram que fosse feito um sistema que pudesse gerar esses processos de atribuição de vaga, conforme a pontuação de ranking dos professores. A gente conseguiu minimizar alguns dos problemas, inclusive alguns dos problemas eram jurídicos, porque os professores e outros funcionários da área, entravam na justiça. Era muito complicado pra eles! E nós conseguimos reduzir esse processo de 4 a 5 meses pra algo em torno de 30 a 40 minutos. Isso teve uma repercussão muito grande no município. Inclusive, Suzano, ainda é um dos clientes que utilizam esse produto até hoje. Isso foi de grande benefício pro produto e pro sistema de Educação e abriu portas pra gente implantar o sistema em vários outros clientes. Por exemplo, Bragança Paulista, onde a gente teve uma experiência muito produtiva, um pouco desgastante com o cliente, mas conseguimos implantar o processo de remoção. E vários outros clientes, principalmente clientes que estavam no estado de São Paulo.

Como eu venho falando, na empresa nada é muito fácil, a gente tem que sempre se desafiar, né? São sempre desafios. A filosofia da empresa foi sempre garrar firme, correr atrás e sacrificar, pra que a gente pudesse crescer. Então, nada na empresa é feito diferente disso. A gente sempre tem vários desafios diariamente.

Só pra vocês terem uma ideia, hoje já estamos com mais de 20 clientes da empresa utilizando o sistema da Educação, mais de 1000 escolas, unidades escolares, 4000 a 5000 usuários diretos, fora professores e alunos. Com o advento do módulo de Educação a Distância, com o momento de pandemia que estamos vivendo, ficou definido que nós iríamos de uma maneira emergencial, entregar uma ferramenta, que pudesse interagir, dentro do nosso sistema SonnerWeb, pra atender nossos clientes que estão passando por essa dificuldade, esse momento diferente na história. Sem dúvida, também foi diferente pra gente lidar com isso.

A princípio tivemos umas 2 semanas, pra alinhar toda a estrutura do sistema. Claro que boa parte do nosso sistema funciona na internet, então isso já dava uma abertura e um acesso mais facilitado ao professor. De onde ele estivesse poderia gerar conteúdos. A equipe foi composta por 4 pessoas, juntamente com o Jander. Levamos aproximadamente entre 2 a 3 semanas. A gente sabia muito bem que a gente não conseguiria atender todas as demandas de cada cliente, mas a gente conseguiu elaborar um produto que pudesse ser genérico e atendesse de forma específica a necessidade básica de cada um dos nossos clientes.

Nesse projeto do EAD, qual foi o aspecto mais desafiador pra você?

A nossa grande dificuldade era conseguir fazer com que o aluno tivesse a interação. A gente sabe, o nosso cliente é o setor público e escolas municipais muitas das vezes não estão preparadas como escolas da rede particular, pra utilizar tecnologia a favor do trabalho educacional. Então, o grande desafio foi tentar criar uma ferramenta que fosse fácil de ser utilizada, intuitiva, pra que usuários, principalmente aqueles que tem uma situação mais precária, em que não há o contato diário com a tecnologia, pudessem acessar, ver os conteúdos, adquirir conhecimento e interagir tanto com os próprios colegas como também com os professores.

Então, o grande desafio foi criar uma ferramenta funcional.

Depois de várias análises e reuniões, antes mesmo da reunião de apresentação, nós entendemos que conseguimos pelo menos trazer esse projeto pra algo mais funcional, que pudesse atender a todos os nossos clientes. Isso foi um grande desafio, mas na empresa, como eu disse, o desafio é todo dia. Então, a gente encarou como algo normal e resolvemos nos dedicar nesse projeto.

Sem falar também, que a equipe é muito capacitada. São pessoas muito experientes na área, e que estão costumadas com desafios, então não foi diferente. Pessoas dedicadas com o projeto, estimuladas pela empresa… Porque, fazendo até um parêntese aqui, todo mundo que já trabalha na empresa sabe, a Sonner é uma empresa familiar e que desde o início começou a dar oportunidade pras pessoas crescerem junto com a empresa. Uma das filosofias da empresa é: procure você fazer sempre o seu melhor e a empresa dá possiblidades pra que você tenha esse crescimento.

Claro que a tecnologia avança, a cada dia você tem novas tecnologias, novos padrões de trabalho… É uma empresa que sempre se preocupou em entregar algo de melhor pro nosso cliente e não é a toa que nós estamos no mercado até hoje, muito bem estabelecidos, com vários clientes, os produtos sendo implantados e uma grande aceitação por parte de todos os nossos clientes.

O que você diria pro Leandro garoto que entrou na empresa em 97 e como esse conselho poderia se aplicar pros novos colaboradores que estão entrando na empresa atualmente?

Claro que o Leandro que entrou na empresa em 97 e teve as passagens, até ficar de forma definitiva a partir de 2002, mudou. Muita coisa aconteceu…  Como pessoa houve um grande crescimento. A minha vida pessoal tá intimamente ligada com a empresa, com os donos da empresa, somos amigos há muitos anos e tivemos um relacionamento de muita confiança, durante esse período. Eu namorava com a minha esposa e a minha vida e o meu crescimento pessoal foi acompanhado e desenvolvido pela Sonner. Desde o meu casamento, alguns dos nossos chefes foram meus padrinhos de casamento. Quando minha filha nasceu, todos estavam me dando apoio, os parabéns e o suporte e dando dicas de como crescer como pessoa. Então, a minha história de vida ta intimamente ligada com a Sonner. Durante esse período acabei tendo algumas possibilidades talvez de desenvolver outras tarefas, outras atividades. Mas, além da estabilidade financeira que a Sonner proporciona aos seus funcionários, a relação interpessoal que existe dentro da empresa foi algo fundamental e que afetou e impactou a minha vida profundamente.

Então, a minha dica pra você que é novo na empresa e que tem aceitado os desafios, eu te digo que temos dificuldades, a empresa tem algumas dificuldades, como nós também temos. Mas, é uma empresa que sempre está ao lado do seu colaborador, porque entende que é uma parceria e que essa parceria envolve muito mais do que uma relação profissional. Então, vale a pena você se dedicar na empresa, não vai ser fácil, muitos puxões de orelha, muitas discussões… Mas, o respeito e a confiança sempre são dedicados aqueles que se esforçam e você pode conseguir da mesma maneira que eu venho conseguido, desenvolver um trabalho digno como um cidadão de bem e que quer sempre o melhor pra sua vida, tanto profissional como familiar.

Bate Bola

Cliente + chato

Eu não sei se foi talvez pelo desafio, como eu falei, na implantação de Pedro Leopoldo, quando a gente tava implantando o sistema desktop ainda, desenvolvido em Centura, a gente teve muitas dificuldades… Acho que até por não ter a experiência da vivência da Educação Pública, a gente teve muitas dificuldades. A gente era cobrado demais e muitas das vezes a gente perdia a paciência e se irritava… Eu lembro, por exemplo, uma vez que a gente foi numa reunião e o Jaderson tava junto com a gente e eu falei: “Cara, eu não aguento essa pessoa não. Não vou conseguir participar dessa reunião sem ficar calado.” Ele falou: “Não, calma que eu resolvo a situação”. Eram situações tensas, mas com muita conversa e diálogo a gente conseguia resolver. Então, acho que Pedro Leopoldo foi um cliente que acabou trazendo dificuldades.

Cliente que + agregou

São vários clientes né? Que acabaram abrindo as portas e que aceitaram fazer parte desse processo. Porque muitas das coisas são desenvolvidas e precisam ser amadurecidas. Mas, muitos clientes ajudaram nesse processo de amadurecimento do produto. Um deles, foi por exemplo, Suzano com essa área de remoção.

No cliente Bragança Paulista, tivemos várias dificuldades de relacionamento. Depois de Pedro Leopoldo, acredito Bragança foi um dos clientes mais pé no saco também no início rsrs Se o Jandson estiver vendo esse vídeo ele vai se lembrar que muitas das vezes a Secretária de Educação da época era vice-prefeita e muitas das vezes tivemos reuniões com ela que ela acabava com a gente. Dizia que tudo era culpa nossa.

Ela batia na mesa e falava: “Vocês estão querendo me testar? Eu não sou mulher de ter enfarto, eu sou mulher de dar enfarto! Eu vou dar enfarto em vocês!”

Mas depois foi válido porque eles começaram a entender de quem era cada responsabilidade, dos problemas que aconteciam e assumiram as responsabilidades deles e aí conseguimos fazer um excelente trabalho. Tanto é que no final (a gente não trabalha mais com esse cliente), a gente recebeu um parabéns por essa mesma mulher, que pegava no nosso pé, e ela foi extremamente grata pelo trabalho que a gente desenvolveu na Prefeitura de Bragança.

Colega que + inspirou

É claro que é difícil a gente falar de colegas de trabalho. Hoje a gente tem um vínculo pessoal muito grande com muitos colegas de trabalho. Vivemos várias experiências. Talvez eu seria até injusto em apontar uma pessoa. Mas tem um grupo de pessoas com as quais eu sempre tive muita afinidade, uma delas é o Jander, nosso diretor tecnológico, sempre esteve disposto a investir em cada um de nós. Um grande amigo também de muito tempo, que sempre tive uma grande relação e sempre foi um grande colaborador do Leandro profissional é o Juan, nosso amigo que veio importado da Bolívia pra trabalhar conosco. O Ricardo Ranzatti, o Rogério, Rodriginho… São pessoas com quem a gente tem um carinho muito grande e que compartilhamos todas as experiências, profissionais e pessoais. Todos foram participantes na vida pessoal de cada um, nos nascimentos dos filhos, nos casamentos, nos momentos tristes quando houve alguma perda de um parente… Então, a gente acabou se tornando uma grande família e são pessoas que fazem parte da nossa história e a gente tem um carinho muito grande por todos eles.

Momentos engraçados

Ai ai nem sei se posso contar isso aqui… rsrs Um momento engraçado que aconteceu foi quando a gente fez a implantação de Poços. Foi um momento em que a empresa adquiriu muitos colaboradores, através de um processo seletivo, que se não me engano a Jane tava encabeçando esse processo para o Projeto de Poços. Então, iam muitas pessoas fazer implantação e tinha umas pessoas que foram contratadas que eram muito engraçadas e que também faziam coisas muito sem noção… E o pessoal pegava muito no pé… Por exemplo, quando o pessoal bateu o carro na serrinha de Poços e o pessoal pegava no pé do Chicão, porque o cara passou direto na curva e não dirigiu direito e bateu o carro. E aí, a gente parou na semana seguinte e escreveu na placa: “Curva do Chicão”. E aqui eu vou entregar o Júlio Cesar Negão, que foi quem fez a arte lá rsrs

Sempre foi um ambiente de muita descontração, um sempre brincando com o outro! Tinha as danças do Michael Jackson do Marcoheriton, que eram impagáveis… Os causos que ele contava. Rsrs Outra coisa engraçada é que os clientes sempre tiveram dificuldades em identificar o nome dos proprietários da empresa. Chamavam de Janderson, Jadson, Jandilson, Janderson… vários nomes engraçados, a combinação dos 3 nomes. Então, eles nunca sabiam quem era quem. E o Jandson era muito conhecido pelo baixinho: “Cadê aquele baixinho dono da empresa, é com ele que eu quero falar!”

Inscreva-se na nossa newsletter

Esteja atualizado das novidades do setor público e da Sonner

Veja outras publicações

Saiba mais como impulsionar a sua gestão

Conheça mais as soluções sonner.

sonner_modules

Vamos conversar?

Contate-nos e Descubra Como Otimizar sua Gestão, Priorizando o que Verdadeiramente Importa

Receba nossos conteúdos!

Preencha os campos.

Quer receber materiais exclusivos?

Preencha os campos.