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FIGURA DO MÊS – Entrevista com Tiago Dido

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O entrevistado do mês é também aniversariante do mês de Fevereiro e está conosco há 13 anos. Para quem não conhece, o Tiago Dido é o Suporte Especialista da Contabilidade em Várzea Paulista e também atua atendendo outros clientes da região. Ele nos contou sobre os desafios e momentos marcantes da sua carreira

Larissa: Pessoal eu convidei o Tiago para participar com a gente da entrevista da figura do mês do mês de fevereiro, ele já está com a gente há bastante tempo, ele vai contar um pouco da história dele pra nós e compartilhar algumas histórias nesses anos todos de Sonner né Tiago, eu ia me arriscar aqui a falar quanto tempo de Sonner você tem mas eu vou deixar com você, então conta pra gente como foi sua trajetória, como foi o início da sua história com a Sonner?

Tiago: Muito obrigado pelo convite, ainda mais no mês de fevereiro que é um mês especial, o mês do meu aniversário.

Eu tenho 13 anos já de empresa, em abril completo 14 anos e minha história começou na cidade de Louveira. Eu era funcionário da prefeitura, foi quando a empresa veio junto com a parceria da NEC e o prefeito chegou ate mim e falou “ó, o meu mandato é de 4 anos, a empresa quer te oferecer uma oportunidade, de você dar suporte, trabalhando junto com eles e eu queria que você assumisse isso daí, que você fosse porque meu mandato é 4 anos”. Foi nessa época aí que eu aceitei esse convite, exonerei do meu cargo de assessor de divisão na época, foi até um convite do Jaderson, foi a época que ele gerenciava a cidade de Louveira e eu vim para a empresa nessa época. Vim como suporte local, então era tudo novo, eu entendia um pouco dos processos, eu estava há um ano e meio mais ou menos já na administração pública então eu entendia um pouco dos processos, mas não profundamente como eu já entendo hoje. Durante esses 13 anos eu construí uma bagagem muito grande em questão de processos, como funciona cada setor da prefeitura.

Larissa: Então você atuou como suporte local, você não começou do zero, mas começou atuando em cada setor e aprendendo um pouquinho em cada setor? Porque hoje você tá como especialista da contabilidade. Eu queria entender um pouco essa história, você começou lá atrás, por quais áreas você já passou da empresa? Por que hoje eu acho que você conhece de quase tudo ne Tiago?

Tiago: Eu já passei por todas, eu não passei pelos novos sistemas ainda, mas eu comecei dando suporte local, então atendia tributação, sistema de saneamento, recursos humanos que em Louveira eu ajudei a implantar, então eu estive presente dentro da área de Recursos Humanos ajudando a fazer essa implantação, então eu fiquei mais especialista na parte de RH, mas como eu atendia todas as áreas tinha que entender de todos os processos, atendia contabilidade, recursos humanos, tributação, saneamento, protocolo. Naquela época nós não tínhamos todos os sistemas que temos hoje. Era só protocolo, não tinha ouvidoria, não tinha o sistema de documentos, de protesto, então não tínhamos o BI ainda, então nós não tínhamos muitos sistemas naquela época, isso lá em 2006, 2007, 2008 mais ou menos.

Eu sai de Louveira e o Jaderson me fez uma proposta pra Araguari, ele disse “Preciso que você venha pra Araguari, que você traga toda sua família…” e eu falei “Jaderson não tem como” porque na época meu filho tinha 1 ano, a Fernanda minha esposa, estava bem sólida no Magazine Luiza, então eu falei que não teria como eu mudar tudo assim de repente, mudar de cidade e eu falei “então infelizmente não tem como” e ele disse “então eu vou te dar férias, e eu não sei onde vou te colocar ainda, mas não quero que você saia da empresa”. Então ele me deu férias de 45 dias, eu nem sei onde ele arrumou esses 45 dias, mas ele me deu férias.

Larissa: Devem ter sido umas férias difíceis né Thiago, você deve ter pensado “meu deus do céu, frio na barriga durante 40 dias”

Tiago: Foi, eu falava “o que eu vou fazer?” tanto é que eu trabalhava na empresa dando suporte em Louveira e a noite eu já dava aula, comecei a lecionar também, então eu era funcionário público do estado de São Paulo. Aí nessas férias eu peguei aulas a tarde, de matemática no 6° ano, pensei “bom, se der uma zika na Sonner, já tô com essas aulas fixas”, então fiquei um mês lecionando essas aulas, foi quando o Jandson me ligou. Ele disse “preciso que você vá pra Bragança Paulista amanhã” e eu falei “tá bom né”, aí muda toda sua rotina porque quando a gente tá no município, a gente acaba criando laços lá, não só com as pessoas que a gente convive, mas também com médicos, porque a gente acaba indo em médicos dentro do município que você tá. Eu morava em Louveira, então o vínculo que eu tinha com a cidade, eu morava ali, conhecia tudo, tinha tudo ali, então não tinha problema nenhum com a questão de mudar de cidade e pra mim foi assim, nossa vou trabalhar em Bragança Paulista, fica a 1 hora e meia da minha casa, como vai ser, e eu falei eu vou, aí veio o convite de eu ser o gerente técnico, saí de suporte e fui pra gerente técnico de Bragança Paulista.

Eu cheguei em Bragança, o primeiro dia a Paula já disse “Você tem uma reunião marcada com o prefeito” e eu falei “Como assim? Você vem comigo” porque eu não conhecia ninguém, não conhecia nem quem era o prefeito. Então mal cheguei em Bragança e já me sentei na mesa.

Na época o prefeito era o Fernão Dias, aquela mesa com 30 lugares, aquelas cadeiras antigas que cobriam até a cabeça e eu pensei “nossa que que eu tô fazendo aqui? Por que o Jandson me colocou nessa enrascada aqui?” Mas aí foi evoluindo, fui crescendo, adquirindo novas habilidades com a parte de gerenciar, de pegar o problema em si que o usuário tinha, distribuir entre os suportes que trabalhavam lá comigo…

Na época eram a Paola, a Bianca também foi pra lá, e depois de um tempo a gente recebeu também o Renan, também veio de um município que nos perdemos e ele também foi trabalhar com a gente lá, tinha o Samuel também. Eu gostava muito de trabalhar com eles porque Paola, Renan, Bianca (não porque ela é minha irmã), mas a gente é pau pra toda obra.

Larissa: Realmente essa equipe aí é uma equipe que faz acontecer muito e eu vejo que vocês tem uma interação muito legal, e isso é muito bacana, quando você está no seu ambiente de trabalho e você já está trabalhando com pessoas que já tem uma afinidade, não por ser sua irmã, mas toda essa equipe eu sei que já criou uma afinidade muito bacana e vocês tão juntos agora atendendo Várzea né, que foi legal manter essa equipe.

Tiago: Sim, até chegar aqui em Várzea tem muita caminhada ainda. Em Várzea Paulista a gente enfrentou muitos desafios. Em Bragança Paulista implantamos vários sistemas também, progredimos demais também. Aí teve a história da mudança de gestão também, sempre quando muda uma gestão a gente acaba sofrendo todo mundo junto, tentamos até na época, você foi pra Bragança também, tentamos rever alguns processos, junto com o Jaderson, mas infelizmente também perdemos Bragança Paulista né. Mas antes dessa perda que já era um caminha certo, o Jandson me liga “Ah agora você vai pra São Roque” e eu falei “Como assim?”, tudo que eu tinha estável em Bragança, as vezes eu ficava no apartamento da empresa, já tinha minhas coisas, passava em Bragança Paulista, já tinha uma vida, uma vida social, conhecia pessoas da prefeitura, já tinha uma vida social ali dentro, aí veio essa notícia pra mudar “você vai pra São Roque porque eu preciso de você lá pra colocar as coisas em ordem” o Jandson falou, e eu falei “Nossa São Roque” e ele “Não, eu preciso que você vá pra lá, fique a semana inteira lá” e eu falei “olha, eu vou mas eu preciso voltar pra casa pelo menos uma vez na semana” aí a gente acordou isso daí e eu fui pra São Roque.

Nós tínhamos muito problema lá na questão da tributação, RH estava tranquilo, compras também estava tranquilo, a nossa demanda maior era na questão da tributação, então eu fui mesmo pra agregar e o Marquinho era quem comandava tudo, então pra tirar isso do Marquinho também, colocando uma pessoa mais próxima da cidade, eu ficava a 2 horas e meia de São Roque, pra mim foi um desafio também porque eu pegava a Anhanguera, Bandeirantes, Rodoanel, Castelo e mais uma estrada pra chegar em São Roque.

Larissa: Então todas as estradas da Grande São Paulo você pegava.

Tiago: Isso, era complicado, foi um grande desafio também. Mas eu encarei, me dei muito bem com o Isaías que era quem coordenava a área de TI lá, a gente se deu muito bem, a gente troca figurinhas até hoje.

Foi um desafio muito grande, São Roque foi um cliente até hoje que deu muito trabalho mesmo, mas conseguimos ajustar as coisas, ajustei as coisas lá, não 100% porque veio outro desafio, de levar a Bianca em Jaguariúna e o Jandson de novo, aquele tapinha nas costas né “cara fica tranquilo, vai dar tudo certo, você vai ser meu gerente técnico de Várzea Paulista” e eu falei “Que?” e ele “não, já está tudo certo, tudo resolvido, pode ficar tranquilo, os caras já tem seu e-mail, seu contato” e eu falei “Jandson mas eu tô tirando férias” e ele ”pode ficar tranquilo de férias” e prosseguiu.

Então, o Isaías na época ficou muito relutante, ele não queria porque eu ajudei muito ele na parte de fazer o meio campo entre prefeitura e Sonner, então era um cara que eu conduzia ali pra fazer as coisas e foi um cara que acostumou muito comigo, com meu jeito também, as vezes as pessoas falam que eu falo alto, que eu sou bravo, mas não é, é meu jeito mesmo de interagir de falar, é meu jeito italiano, está no sangue e não tem como esconder isso daí.

Larissa: Verdade! Acho que é um jeito talvez assim de agarrar o problema e querer resolver e entender onde que estão os desafios e resolver mesmo, de dar a cara tapa também um pouco né Tiago.

Tiago: É eu tenho essa característica, me deu um problema eu vou até o fim e vou resolver, onde eu estiver errado eu vou assumir, mas onde eu estiver certo eu vou bater na tecla até o fim. Eu também defendo o sistema com unhas e dentes, pra mim ele é o último que vai estar errado, é uma característica minha.

Então, eu vim pra Várzea Paulista como gerente de implantação, o Jandson falou “você é o cara que vai resolver tudo lá”. Ele veio alguns dias ainda no início, mas depois foi embora e me largou aqui, mas eu sempre tive o suporte dele, então o Jaderson e o Jandson são as pessoas que eu tive mais contato aí, eu considero como amigo mesmo, não como patrão, porque eles me ajudaram muito tanto o Jaderson em Louveira como o Jandson nessa oportunidade que ele me deu em Bragança, São Roque, Várzea Paulista e nisso eu vi que ele confia no meu trabalho, isso é gratificante pra gente. Bragança Paulista já estava implantado, São Roque já estava implantado, então Várzea Paulista era um desafio novo porque começou do zero, quando eu cheguei aqui não tinha nada.

Larissa: Então você tinha tido a implantação lá em Louveira da folha que você comentou, mas de fazer mesmo a implantação do zero foi um novo desafio.

Tiago: Sim, foi um novo desafio, porque você chegar em um cliente, não ter nada instalado, ter que instalar tudo, dar treinamento, Várzea Paulista trouxe um grande crescimento pra mim em questão de processos, então aqui realmente tem uma informática que funciona, que tem uma gestão e a gente conseguiu criar alguns processos aí pra poder fazer essa implantação. A galera veio toda pra cá, a gente não tinha nem sala, fomos arrumar sala e aí começou tudo. Eu era responsável por agendar os treinamentos, ir nas salas, ver como estava o treinamento, a parte de instalação de computadores, quais iam instalar, quais setores, quais sistemas iam ser instalados primeiro, então a gente tinha toda uma organização de logística porque tinha um sistema que estava funcionando e nós entramos no final do ano, então era fim de um exercício e início do outro, então era 2018 pra 2019. Final de exercício pra início de exercício, a gente tem bastante demanda, então foi uma época bem conturbada, trabalhamos demais, todo mundo que veio pra cá trabalhou demais. Eu gerenciava toda essa parte, até compra eu fazia, aí você tem que gerenciar porque “aí porque eu não como isso” “eu não como aquilo” “Tiago porque você não comprou isso”, então a gente gerenciava até a compra.

Larissa: É tudo né, é muita coisa quando tá em fase de implantação, eu tive a oportunidade de acompanhar algumas implantações, em Ouro Preto foi um caso bem interessante de eu ter acompanhado na operação e a gente sabe que por exemplo, na implantação em Várzea Paulista foi um sucesso, porque apesar do contrapontos, foi uma implantação que foi feita em um espaço de tempo relativamente satisfatório, a gente teve o lançamento do programa Moderniza, inclusive eu vou aproveitar o gancho pra até te perguntar sobre essas inovações, porque Várzea foi um cliente que fez um trabalho de comunicação muito forte em cima do programa Moderniza, do nosso aplicativo Cidadão Online, então eu percebo que é um município muito engajado nessas questões de Cidadão Online, de plataformas digitais. Como você vê isso aí no município da gestão?

Tiago: Olha a gente trouxe um progresso, eu sempre uso Várzea Paulista como um comparativo até no município que eu moro de Louveira.  A gente chegou aqui, atendimento do pessoal da tributação, contribuintes, atendia em torno de 70 pessoas por dia, mas porque não tinha uma eficiência no sistema antigo, então questão de processamento, informações, não tinha essa gestão, a gente implantou o sistema de tributação, o sistema de gerenciador de senhas, então a gente teve um salto de 70 pessoas que eram atendidas antigamente para um salto de 290, 300, foi um salto  muito grande que a gente trouxe pro município.

É claro que teve todo um trabalho por trás de todo mundo, então desde a parte de conversão de dados, que o Hilton participou, o Jocimar também, nós todos lapidamos os dados, o Luís de São Roque veio pra cá também um tempo, Samuel, então a gente tinha uma equipe muito grande e a gente lapidou isso pra colher os frutos hoje. Foi um trabalho de uma equipe bem grande, uma equipe dedicada que esteve na época aqui e a questão do Moderniza, o município está a frente nisso, ele quer disponibilizar todos os serviços que pode a população, pra facilitar a vida da população e eu acho que é isso que a gente quer, a gente não quer precisar ir na prefeitura fazer um protocolo, a gente pode fazer isso do celular, a gente pode pegar o IPTU, código de barra, você não precisa ter o papel impresso.

Cliente mais desafiador

Tiago: Eu acho que São Roque foi o cliente mais difícil, a gente fechava um pendência eram abertas 10, então foi um cliente bem difícil mesmo, o pessoal meio que não aceitava aquilo que você colocava  por mais que  explicasse, então foi um cliente bem difícil.

Cliente que mais agregou

Tiago: Um cliente que agregou bastante, trouxe bastante coisas novas pro sistema foram São Roque e Várzea Paulista. Várzea Paulista pra mim principalmente, na minha carreira, em relação a sistema São Roque trouxe por exemplo o Parcelamento de Dívida Ativa Web que nós não tínhamos, ele veio com São Roque foi uma implementação que foi feita pra lá. O sistema de protesto veio lá de Bragança Paulista, assim como o de execução judicial, então são sistemas que a gente tem hoje que foram demandas de clientes que eu estava. A Paola pegou bem isso pra ela, ela que participou muito do sistema de execução judicial, até Bragança começou a parte de protesto, foi o primeiro cliente que foi implantado no estado de São Paulo. É muito gratificante você ver aquilo funcionar no final.

Uma história engraçada

Tiago: Nossa são várias, a que eu não esqueço até hoje e  a gente dá muita risada ainda é nós de São Roque, acho que estava no apartamento eu, a Bianca, a Paola, então você imagina né, e nós estávamos assistindo The Voice e Paola fala baixo, ri baixo né, eu também falo um pouco alto, a Bianca também e nós daquele jeito, falando alto, rindo e toca o interfone e na hora todo mundo “shhhhh” todo mundo quieto ai a Bianca atendeu e “aí o apartamento do lado está reclamando” e a Bianca falou “imagina, eu tô aqui sozinha” e a gente riu mas ainda né. Nessa mesma época a gente gostava bastante de conversar e as vezes ficava eu e a Paola sozinhos no apartamento e eu falei “Ah querida vai fazer uma pipoca para nós aí” eu e a Paola, gente ela apareceu com uma bacia de pipoca, mas tinha muita pipoca e eu falei “querida aonde você vai com esse tanto de pipoca?” São histórias assim, que faz parte da empresa que por mais que a gente não esteja na prefeitura a gente tá no ambiente fora da empresa a gente tá ali com o pessoal que convive todo dia. Além lá do início, por exemplo em Louveira eu lembro do Jandson jogando truco com a minha esposa, então assim, qual empresa a gente tem essa relação? A sua família com os patrões, os diretores da empresa, então eu tenho muito isso daí, churrasco que a gente faz nas implantações, eu lembro muito, principalmente lá em Louveira.

Larissa: É a gente acaba sendo a grande família Sonner, as relações vão se misturando muito, porque na implantação, primeiro que todo mundo tem essa vibe de rir de conversar e tal a maioria que eu convivi nas experiências que eu tive, e acaba tendo essa interação quando você tá junto ali a semana inteira não tem como, são as pessoas que você mais convive, quantos anos por exemplo você tá trabalhando com a Paola?

Tiago: Sim, com a Paola desde a época de Bragança quando eu saí de Louveira, então a gente se cruzou em Bragança, a gente foi pra São Roque, a Paola também foi, o Renan, Samuel, a gente se encontrou em São Roque, se encontrou em Várzea Paulista, então a gente tem bastante contato, esse pessoal a gente tá sempre se encontrando nos clientes né. Pra você ter uma noção, falando de histórias, a Graziele irmã do Neander, ela foi comigo levar a Fernanda pra fazer entrevista no Magazine Luiza, a Fernanda lembra disso também, são coisas que marcam.

Um momento marcante

Tiago: Um dia muito marcante foi o dia do meu aniversário, eu estava em Louveira e precisava enviar a AUDESP e já eram 17:00, precisávamos enviar e não enviava, tava com erro, e me marcou bastante, acho que ficamos até umas 19:00 na prefeitura, eu lá ligando pro Fábio, pro Francislei e agente no fim conseguiu enviar e eu cheguei em casa tinha uma festa surpresa, então foi um momento bem marcante mesmo, o pessoal lá esperando eu chegar mas eu tinha o compromisso de entregar em dia a prestação de conta com o cliente. Eu sempre zelo por isso, o compromisso com o cliente, se não deu eu falo “não vai dar por conta disso, disso e disso” e se nós vamos fazer, vamos fazer.

Conselho aos novatos

Tiago: Eu acho que somos uma grande equipe, então temos sempre que ajudar um ao outro, não é porque eu não sou responsável por isso que eu não vou fazer, temos sempre que colaborar com o outro, acho que a palavra é: colaboração. Não é porque a minha obrigação acaba aqui que eu não posso subir um degrau a mais, se eu tô vendo meu amigo totalmente atarefado, por que eu não posso dar uma ajuda pra ele? As vezes é uma ajuda mínima, pouca coisa que você faz ali já é uma ajuda grande pra ele, então o conselho que eu dou é colaboração, sempre colaborar com o seu colega.

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