Mais de 20 anos de Sonner, muitas histórias para contar e até uma Coca-Cola explodindo no congelador! 😂
Nesta edição do Figura do Mês, Ailton relembra momentos marcantes, compartilha histórias divertidas e revela curiosidades sobre sua trajetória.
Dê o play e venha conferir esse bate-papo especial.
Larissa: Boa tarde, Tim! Seja muito bem-vindo a mais uma gravação do Figura do Mês. É uma honra para nós contar com a sua presença.
Ailton: É um prazer, Larissa. Prazer estar com vocês.
Larissa: Gente, o Tim ganhou os Oscars de Coração de Ouro e de Relógio de Ouro na nossa festa de 30 anos. E eu vou ter que contar para vocês: ele está gravando comigo mesmo estando de férias! Eu me atrasei para entrar na reunião, deu o maior problema no meu computador, o Meet não entrava… Tudo o que podia acontecer de errado aconteceu. E, mesmo assim, ele me perdoou, porque é o Coração de Ouro, né? Ele ganhou os dois Oscars simultaneamente! Como é que faz, Tim, para conciliar tanta paciência com pontualidade e cordialidade?
Ailton: Larissa, não é à toa que os cabelos estão brancos e caindo, né? [Risos.] É ter a paciência necessária, procurar estar sempre presente. Não tem muita receita, não.
Larissa: Não, né? Bom, eu te agradeço de antemão, porque tudo o que podia dar errado deu hoje. Mas eu falei: “Preciso gravar com ele. Ele está gravando comigo nas férias e vai dar certo”. Muito obrigada por ter aceitado nosso convite. São mais de 20 anos de Sonner e muita história, como a gente estava conversando há pouquinho nos bastidores. Quero começar com a pergunta que faço para todo mundo que participa aqui: se você pudesse se definir em poucas palavras, quais seriam?
Ailton: Olha, é difícil definir em uma só palavra, mas eu diria “comprometido”. Levo muito a sério o fato de estar trabalhando, de desempenhar minha função da melhor maneira possível. Eu me coloco muito no lugar do colega de trabalho e do cliente. Essa questão de Coração de Ouro tem um pouquinho disso, porque, às vezes, fora do horário, de manhã, na hora do almoço ou até nas férias, eu vejo uma mensagem chegando e não consigo deixar de atender. Fico pensando: talvez seja algo em que eu vá gastar dez segundos e possa aliviar o colega de trabalho. Aí acabo atendendo, acabo ajudando. Então, de férias ou não, continuo atendendo. Hoje levei uma bronca da minha esposa, porque de manhã estava respondendo chamado.
Larissa: Não! Achei que você tinha levado bronca porque tinha topado gravar comigo. Então, menos mal! Você pede desculpas para ela, porque a culpa não é minha. Você não está trabalhando, não, hein?
Ailton: Não, mas, de gravar, ela ficou toda orgulhosa.
Larissa: Que bom! Eu é que estou muito orgulhosa de ter você aqui gravando comigo.
Ailton: Que bom, que bom. Fico empolgado.
Larissa: Me conta uma coisa. Você já me falou algumas histórias, conviveu com muita gente, em viagens e implantações. Então, agora vai ter que falar a verdade: você tem alguma mania?
Ailton: Eu tenho diversas manias, diversas! E, nas implantações, os apartamentos da Sonner eram um desafio para mim. Por exemplo, tenho mania de pia limpa. Não consigo ver nada sujo dentro da pia. Se eu acordar de madrugada e lembrar que tem um copo sujo na pia, levanto, vou lá, lavo o copo, seco e guardo. Se eu souber que tem alguma coisa lá, levanto e lavo. Agora imagina nas implantações, com trinta pessoas na casa!
Larissa: Você sofreu, hein?
Ailton: Sofri! Era um teste, teste para cardíaco. E tenho outras manias, de organização. Então, a gente tem que ficar se superando todo dia. Às vezes, eu deixava, ficava sofrendo, mas deixava, por entender que o outro também tem seu espaço. E sobrevivi a todos os testes!
Larissa: E para não enlouquecer, né? Porque, na implantação, cada um tem seu estilo, cada um tem seu espaço. É igual você falou: tem que saber conciliar a própria personalidade com a das outras pessoas.
Ailton: É. Tem pessoas com hábitos noturnos, né? Na empresa tem gente que trabalha de madrugada.
Larissa: É verdade?
Ailton: Tem gente que trabalha à noite, outros levantam muito cedo. Então é complicado conciliar todo mundo, mas foi muito bacana, foi muito bom.
Larissa: Me diz outra coisa: você tem hobbies que as pessoas sabem ou não sabem?
Ailton: Tenho. Gosto muito de futebol, adoro acompanhar.
Larissa: Qual é o time?
Ailton: Cruzeiro.
Larissa: Cruzeiro! O Magão e você, então, nas implantações do passado, era aquela coisa louca?
Ailton: O Magão é incrível! Eu gosto de futebol, mas o que o Magão sente ainda não tem explicação, não. O pessoal não conseguiu chegar a uma definição do que ele sente. Eu já vi o Magão esmurrar uma televisão!
Larissa: Por causa do Galo?
Ailton: Por causa do Galo!
Larissa: E você jogava bola também?
Ailton: Jogava, joguei bola na adolescência e no início da fase adulta. Mas sempre fui gordinho, né? Tenho o joelho estourado até hoje por causa disso. Sempre gostei. Até hoje jogo, mas com bem menos frequência do que antes.
Larissa: Que legal, que bacana, Tim! Bom, agora estou conhecendo um pouco melhor você como pessoa. A gente já teve contato, mas sempre foi mais voltado ao trabalho. Eu sempre ouvi falar muito de você, acho que por causa desse seu jeito, desse coração de ouro, dessa pessoa paciente. Então é muito bacana conhecer um pouco mais de quem é você fora do trabalho. Agora me conta sua história na Sonner, porque são vinte anos! Você já rodou bastante, eu sei. Hoje é especialista na área de materiais, virou uma referência. O que eu ouvia profissionalmente era: “Ah, isso é de materiais? Fala com o Tim!”. Conta um pouquinho do seu caminho até chegar aí.
Ailton: Minha história na Sonner começou bem antes de eu trabalhar na Sonner. Eu era funcionário da Prefeitura de São Joaquim de Bicas e a prefeitura precisava contratar um sistema de informática. Havia um projeto do BDMG em que eram apresentadas algumas empresas, e eu fui com o prefeito de São Joaquim de Bicas. Por coincidência, hoje faz quinze anos que ele faleceu. Era meu amigo pessoal, uma pessoa de quem sinto muita falta. Também era amigo do Jaderson, o Toninho [sobrenome não identificado]. Ele nos levou — eu, Francilei e Marcão, três funcionários da Prefeitura de Bicas — a Pedro Leopoldo, para conhecer o sistema da Sonner.
Ailton: Lá conhecemos o Jaderson. Cada um foi encaminhado a uma área: o Francilei, para Contabilidade; o Marcão, para Tributação; e eu, para Materiais. Foi nosso primeiro contato. Conhecemos o sistema e ocorreu a contratação da Sonner. Comecei a trabalhar com a Sonner em 2001, como cliente. Na época não existia a figura do suporte. A gente tratava diretamente com os desenvolvedores: Rogerinho, Flávio, Rodriguinho e outros colegas.
Ailton: A Sonner fazia implantações em outras cidades, no Sul de Minas, e sobrava para São Joaquim de Bicas a sexta-feira, das onze ao meio-dia. A gente tinha uma hora por semana para tirar todas as dúvidas e tentar apresentar os erros e as dificuldades. Chegava o Elizeu para RH, o Flávio para Contabilidade, o Rogerinho para Compras e o Torozinho para Tributação. Eles tentavam resolver tudo o mais rápido possível, porque ainda tinham que ir embora para Uberlândia. Então a gente aprendia meio que na marra, porque, na época, quase não havia celular nem internet.
Ailton: Lembro que o Marco [sobrenome não identificado] aparecia de vez em quando com um Zip Drive para atualizar o sistema. Chegava, atualizava e ia embora. Foi uma época muito difícil, mas a gente aprendeu muito, porque precisava usar o sistema. Nós estávamos havia pouco tempo trabalhando em órgão público e ainda não tínhamos todo o conhecimento. Fomos aprendendo tudo junto. Conseguimos até ajudar a corrigir algumas coisas e criar outras novas. Tenho orgulho de ter feito parte dessa fase.
Larissa: Muito bom!
Ailton: Trabalhei na prefeitura até o início de 2005, quando a Sonner saiu de lá. Era uma época de mudança de governo. O Marcão foi trabalhar na Sonner e, em seguida, o Francilei. Um dia, o Jaderson também me procurou. Eu estava terminando a faculdade e pedi a ele: “Me espera até o final do ano, porque preciso terminar a faculdade”. Como eu sabia que ia viajar, se não terminasse naquela época, não ia conseguir terminar tão facilmente.
Ailton: Ele me esperou. Lembro direitinho que me ligou e falou: “Olha, tira férias, férias-prêmio, o que você tiver, porque em dezembro preciso de você”. E, de fato, no dia 4 de dezembro de 2005, às oito horas da manhã, eu estava em Pedro Leopoldo, numa reunião da Sonner, com o pessoal que tinha acabado de conhecer e que seriam meus companheiros de empresa, para ir a Lagoa Santa começar a implantação. Na parte da manhã fomos para Lagoa Santa, a uma reunião com vários funcionários da prefeitura, um salão lotado, onde fomos apresentados. E, logo após o almoço, eu já estava dando treinamento!
Ailton: No primeiro dia! Treinamento de almoxarifado, de requisição, ensinando a fazer inventário.
Larissa: Não acredito! No primeiro dia de Sonner você já ministrou um treinamento para os funcionários da Prefeitura de Lagoa Santa?
Ailton: Exatamente, exatamente!
Larissa: No dia em que você falou “Hoje é meu desafio”, já começou ali. Já entendeu como a empresa era!
Ailton: Larissa, foi desse jeito! Lembro que era um salão do Rotary Club, lá de Lagoa Santa. Era um salão abafado. Eu suava e não sei se era de calor, de medo ou de vergonha. Seu pai subiu ao palco para me apresentar, muito bom de fala, e eu morrendo de medo. Falou: “Nós trouxemos aqui um especialista em almoxarifado para fazer um treinamento para vocês”. E eu ali, como se estivesse entendendo tudo, como se já tivesse tudo planejado para o treinamento!
Larissa: Meu Deus! Teve que fazer ao vivo!
Ailton: Exatamente, exatamente. E assim foi, sucessivamente. Lagoa Santa era uma cidade bem maior do que Bicas, onde eu tinha trabalhado. Eram muitos setores, a gente tinha treinamento em todos eles. Foi uma implantação complicada, em que tivemos que ter muito jogo de cintura. Mas foi uma experiência muito bacana. Lagoa Santa ficou marcada. Apesar de não ser mais cliente nosso hoje, tenho amigos lá até hoje, por causa daquela implantação.
Larissa: Com certeza foi um cliente marcante! E, depois disso, você rodou, viajou, fez implantações. Foi com essa experiência de viagens que você foi se tornando cada vez mais o cara que conhecia materiais, os sistemas que englobam essa área?
Ailton: Em Bicas eu trabalhava com Compras. E, por ser uma cidade pequena, Larissa, não existiam tantos setores separados. O setor de Compras cuidava das compras de Cultura, de Transporte, de Frotas… Tudo era ali. Então, acabei me tornando meio especialista em tudo, conhecendo um pouquinho de cada coisa. Entendia de peça de carro, de contratação de serviços. Tive essa experiência e fui obrigado a aprender um pouco de tudo.
Ailton: Logo depois de Lagoa Santa, quase dois anos depois, a empresa estava com problemas em Pedro Leopoldo e fui para lá também. Era uma cidade grande, com volume bem grande de serviço. Tive que me aprofundar. E lá foi minha primeira experiência sozinho no cliente. Porque uma coisa é ser especialista em Materiais. Outra é ir para um lugar onde você é o especialista em Materiais, mas precisa entender de Contabilidade, de Saúde, de Educação, de RH. Foi um desafio enorme.
Ailton: O que eu já achava difícil, de estar num ramo específico, numa área específica do sistema, se ampliou: tive que ir para Contabilidade, depois para RH. Isso me ajudou a desenvolver muito. Acho que, desde essa época, o pessoal começou a me chamar para ir a outras cidades quando havia algum problema, às vezes até uma questão de relacionamento entre o suporte e o cliente. Eu comecei a ir a alguns clientes justamente para isso: para sentar e conversar.
Ailton: Às vezes nem era uma questão de resolver um problema técnico. A pessoa se sentia bem atendida só por você sentar do lado dela, ouvir o que tinha a falar e confirmar o que já sabia.
Larissa: Ela quer essa atenção, Tim. Quer esse atendimento mais próximo. Quer ver que está sendo ouvida.
Ailton: Logo depois de Pedro Leopoldo, fui para São José da Lapa. Fui o primeiro suporte fixo da Sonner lá. Também tivemos dificuldades, porque era uma mudança de governo. Os profissionais e secretários estavam vindo da área privada, sem conhecimento da área pública, então foi outro desafio muito grande.
Ailton: Foi uma época difícil. Hoje todo mundo tem os carros da Sonner para viajar, né? Naquela época, lembro que, para chegar a Lagoa Santa, eram dois ônibus e um metrô, com a mala, na segunda e na sexta. Foi uma época bem difícil. Em São José da Lapa, até seu pai pode confirmar: o restaurante era horrível!
Larissa: Primeiro carro da empresa?
Ailton: O primeiro carro da empresa ficou sob minha responsabilidade. Seu pai me entregou a chave e falou: “[trecho não compreendido]”. Em São José da Lapa, nunca mais me deu a chave do carro!
Larissa: Nossa Senhora, era ruim mesmo, hein? Porque, se até o Jaderson falou isso, quem conhece ele vai saber que realmente o negócio estava feio!
Ailton: Larissa, não era fácil! Tinha dia em que um lanche na padaria era muito melhor. Um salgado e um refrigerante.
Larissa: É, várias vezes! Tim, me conta uma coisa: em vários anos de viagem e implantação, você deve ter alguma história engraçada. Essa também é uma pergunta que faço para todos os participantes do Figura do Mês desde que começou, para vocês me contarem as pérolas. Me conta uma história para a gente dar risada!
Ailton: Olha, Larissa, histórias tem várias! Várias, várias. A Sonner tem umas figuras icônicas. A gente viveu muita coisa junto ao longo do tempo. Mas tem uma história de Lagoa Santa, logo nos meus primeiros anos na Sonner, com o Flávio. Estávamos no apartamento, e a Cida, mãe do Thiaguinho, também estava lá.
Ailton: Eu fui fazer compras, trouxe tudo e coloquei na cozinha. A geladeira era pequenininha e estava lotada de hambúrguer, carne e outras coisas. O freezer era pequenininho. Coloquei uma Coca-Cola lá dentro, fechei e fui trabalhar. A cozinha ficava ao lado da sala, onde a gente trabalhava. Na época, ainda usávamos aqueles computadores maiores, nem todo mundo tinha notebook. O Flávio já tinha um notebook e estava trabalhando sentado de costas para a cozinha.
Ailton: Quem trabalhou com o Flávio lembra que ele gostava muito de camisas bem arrumadinhas, branquinhas. Era uma camisa de uma marca que eu não esqueço [marca não identificada]. Ele a pendurou na cadeira ao lado dele e ficou trabalhando. Eu tinha colocado a Coca-Cola no freezer para gelar, porque queria tomar mais tarde. Num dado momento, abriram a geladeira, a Coca-Cola caiu, bateu de bico no chão e explodiu! Nunca tinha presenciado isso.
Ailton: Espalhou Coca-Cola para todo lado, até o teto da cozinha ficou sujo. Sujou tudo! Alguns respingos chegaram à sala, porque a porta estava aberta, mas não molhou ninguém nem o computador. A Cida ficou nervosa, xingou e limpou tudo.
Larissa: E a camisa? Não molhou a camisa?
Ailton: Não, não! A camisa dele, pendurada ao lado, não molhou. Intacta! A Cida limpou tudo, passou pano, e outra Coca-Cola acabou indo para o mesmo freezer. Resultado: alguns minutos depois, abriram a geladeira, a outra Coca-Cola caiu e explodiu. Molhou tudo!
Larissa: De novo?
Ailton: Outra Coca-Cola! Nunca vi uma coisa dessas acontecer. A segunda explodiu da mesma forma, mas, dessa vez, respingou na sala e algumas gotinhas atingiram a camisa do Flávio. Algumas pequenas gotas! Para quem conhece o Flávio e a paciência dele… Ele estava trabalhando, levantou, olhou para mim e xingou: “Quantas Coca-Colas você comprou?”. Falei: “Duas”. Aí ele virou e continuou a trabalhar. Se tivesse mais Coca-Cola, ele mudava de lugar!
Larissa: Saía na hora! [Risos.] Isso é incrível, incrível! [Trecho não compreendido.] Explodiu até a garrafa mesmo?
Ailton: Explodiu! Foi incrível. Nunca vi uma Coca-Cola fazer aquilo. E a Cida ficou da vida!
Larissa: Imagino! Pensa: ela termina de limpar uma Coca-Cola e, num curto espaço de tempo, explode outra! Acho que foi a primeira e a última vez na sua vida que você viu isso acontecer!
Ailton: Ver o Flávio perguntando quantas Coca-Colas eu tinha comprado não tem preço! Foi muito bom, muito bom mesmo.
Larissa: Imagino que você deva ter várias outras histórias engraçadas, e essas ficam para os bastidores! Para a gente encerrar, estávamos até comentando antes de gravar: muita coisa mudou na Sonner desde a época em que você começou. Era tudo muito diferente. A tecnologia era diferente, éramos muito menos gente, um grupo bem menor, os processos eram diferentes. Hoje, a Sonner tem um time de mais de duzentas pessoas, entre funcionários, parceiros e PJs.
Larissa: Tem muita gente nova. Imagino que a galera que está chegando, ao ouvir essas histórias, conheça melhor uma época que não acompanhou. Graças a vocês que participam aqui com a gente, esse pessoal consegue entender um pouco do espírito Sonner, dessa grande família que fomos criando ao longo de mais de trinta anos de história. Eu queria que você deixasse um recado não só para eles, mas também para seus amigos de longa data. Principalmente para essa galera que está começando: um conselho de alguém com vinte anos de história na empresa.
Ailton: Construir uma história em qualquer lugar — na empresa, na família —, deixar um legado é muito bom. E ter amigos é importante demais, é satisfatório. Às vezes, nos momentos de desânimo, a gente busca força em um amigo, um companheiro. Passamos por várias situações complicadas dentro dos clientes, situações chatas, às vezes por erros, dificuldades, falhas. Mas sempre tínhamos em quem nos apoiar.
Ailton: É fazer o melhor, tentar aprender o máximo que puder, ter paciência com o cliente. O cliente é quem paga nosso salário. Às vezes é complicado, a gente tem que ouvir coisas que talvez nem merecesse, talvez o cliente não tenha razão. Mas, no final, temos que buscar fazer o melhor e aprender o máximo possível. Às vezes, achamos que algumas coisas não são importantes, mas aprendam! Em algum momento, aquele conhecimento vai ajudar você a se sobressair, a sair de uma situação difícil.
Ailton: E estar sempre disponível para outras pessoas que precisarem. Quando comecei, tive a sorte de ter pessoas como o Magão, o Rogerinho e outros que trabalhavam com os sistemas que eu usava. Tiveram paciência comigo, me explicaram e me ajudaram. Hoje tenho o maior prazer quando o Magão me liga para perguntar alguma coisa. Tenho uma satisfação gigante: “O Magão está me ligando!”. Então, da mesma forma, é tentar passar para outras pessoas o que você aprendeu. Isso é muito bom. Criar um legado é importante.
Larissa: Olha, Tim, em vários momentos da nossa conversa você mencionou situações desafiadoras, difíceis. Mas sempre, no final, falava: “Nossa, foi muito bacana, aprendi muito”, ou “Foi difícil, mas foi uma baita experiência”. Ouvi você falar isso hoje, tanto antes quanto durante a gravação. Sem perceber, você acabou mostrando exatamente esse conselho: como, mesmo diante dos momentos difíceis, conseguiu olhar para o outro lado e perceber o que aprendeu com aquela experiência. Acho que esse olhar é muito importante, e nem sempre estamos atentos a isso. Então, fica essa dica para o pessoal! E você, com certeza, já deixou seu legado na Sonner, né?
Ailton: Com certeza. E estou tentando melhorá-lo mais ainda!
Larissa: Já deixou um legado muito importante para nós! E é isso aí. Vamos finalizar a entrevista. Quero te agradecer mais uma vez pela participação e incentivar os colegas a assistirem, mandarem sugestões, dúvidas e comentários, para continuarmos tendo essa troca tão bacana aqui juntos. Obrigada, Tim!
Ailton: Foi um prazer participar, Larissa. Precisando, pode contar!
Larissa: Valeu! Obrigada, viu? Um abraço!
Ailton: Um abraço, Larissa!
Larissa: Um abraço!
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