A entrevistada do mês de Dezembro é a nossa querida Carol! Quase todos já tiveram a oportunidade de conhecê-la, mesmo que pelo telefone, para as mais diversas solicitações, prontamente atendidas com um sorriso e bom humor cativante! Conheça a história dessa engenheira, que além de competente, está sempre disposta a ajudar e aprender!
Carol, como começou a sua história na Sonner?
Oi gente, hoje eu vou contar um pouquinho da minha trajetória aqui na Sonner.
Em 2012, minha família toda iria se batizar na Igreja Adventista e eu trabalhava em uma agência de turismo e trabalhava aos sábados, então a gente começou a distribuir meu currículo dentro da igreja pra conhecidos pra conseguir um serviço de segunda a sexta. Como eu ainda não tinha faculdade, a maioria dos empregos que eu conseguiria seria de vendedora, atendimento ao público, então era mais complicado conseguir algum que fosse de segunda a sexta. O irmão Joaquim da igreja comentou com a minha família “por que vocês não falam com o Jandson? Ele é um grande empresário da igreja” ai minha vó perguntou “Quem é ele?” ai ele disse “Ele não está aqui hoje, mas amanhã com certeza ele estará”. Era um culto de domingo, a gente chegou e a primeira pessoa que vimos no culto foi o Jandson, aí minha vó chegou nele e falou “Eu fiquei sabendo que você é um grande empresário, e todo mundo lá em casa vai batizar, menos a Carol porque ela ainda trabalha no sábado, eu queria saber se você pode nos ajudar”, ele deu uma olhadinha em mim, e disse: “O que você acha de ser a recepcionista da minha empresa?”, e eu quase explodi de felicidade! Eu disse “Acho excelente! É tudo que estou querendo e preciso”. Aí ele me disse para mandar meu currículo e me passou o e-mail, lembro direitinho até hoje.
Na segunda-feira, quando eu cheguei no meu outro serviço, eu mandei o e-mail pra ele, porque na minha casa na época tava sem internet. Mandei o e-mail e na terça-feira ele me respondeu falando “Quero fazer a entrevista com você amanhã”. E assim foi, cheguei na empresa, na época era lá no Santa Monica, quem me entrevistou foi o Jaderson e o Jandson, foi uma entrevista de peso. rsrs O Jaderson queria saber quais eram as minhas habilidades, o que eu já tinha trabalhado, e eu disse que já tinha trabalhado com atendimento ao público na loteria, trabalhei por 3 anos nessa agência de turismo, tinha contato direto com o público, gestão de negócios, financeira, essa parte toda eu já conhecia bem. Isso era por volta do dia 20 do mês e eles disseram “Quero você no dia primeiro” e eu falei, “Mas eu preciso cumprir o aviso da outra empresa” e ele falou “Preciso de você dia primeiro” aí eu falei “Ok né”. Aí deu certo, o pessoal da outra empresa na época ficou meio chateado comigo porque eu sai de repente, mas eu já havia solicitado o sábado para eles, mas eles não puderam fazer porque a demanda de serviços aos sábados para eles era grande. Por fim deu tudo certo, eles queriam inclusive cobrar o valor do aviso, na hora do acerto o sindicato viu que estava errado, eles corrigiram e eu só entrei ganhando na Sonner, graças a Deus foi uma experiência maravilhosa desde o início.
Menos de um ano na empresa e eu tive desejo de conhecer o Colégio Adventista, queria fazer a faculdade, foi ali que eu comecei a crescer profissionalmente. Eu cheguei no Sr. Ataídes na época e falei “Nossa Sr. Ataídes eu tenho tanta vontade de ir pra esse colégio, eu vejo lá no canal Novo Tempo, vejo todo mundo, a galera reunida, tem gente do mundo inteiro lá” e ele falou “Você tem vontade Carol?” e eu falei “Tenho demais!” e ele falou “Se você tem vontade, a Sonner de ajuda e te apoia” e eu falei “sério? Mas eu vou sair da empresa, vou parar de prestar serviço aqui e mesmo assim vocês vão me ajudar?” e ele disse “Com certeza”.
Aí eu consegui, passei no vestibular, o Jaderson falou pra mim que bastava eu passar no vestibular que o resto a Sonner iria me apoiar em tudo e foi assim. Trabalhei menos de um ano na primeira vez que trabalhei aqui na Sonner, em 2013 já fui para o colégio e comecei a faculdade de engenharia civil lá. Foi uma experiência incrível que a Sonner pode me proporcionar, eu sou muito grata a todos vocês por isso. Só que na metade do curso a minha vó sofreu um probleminha no coração e eu fiquei muito receosa de estar longe, fui criada por ela, e aí eu comentando isso com a June e com a Daphne e elas disseram “Ah se você ta com esse desejo por que você não volta? A gente contrata você de novo” e eu falei “sério??” e elas disseram “Sim, a gente te contrata, gostamos muito do tempo que você trabalhou conosco, a gente gosta do seu jeito, da sua proatividade, o jeito que você conversa, atende os clientes, então por que você não volta?”
Era tudo que eu queria porque a minha vó tava doente, aqui eu conseguiria transferir o meu curso que já estava na metade, aqui eu faria o restante e ela ainda falou “A gente continua te apoiando na faculdade” aí eu disse “Perfeito, não tenho nem o que pensar” E assim eu fiz, o bom filho a casa torna e eu voltei pra Sonner em 2015. Quando eu voltei, eu comecei a dar suporte no setor de frota, na parte de multas, e ali fui ajudando… A diretoria começou a confiar mais em mim e eu pude ajudar então nessa parte de obras. Como eu estava cursando engenharia, eu já tinha mais familiaridade com esse setor. Teve obra na casa do Sr. Ataídes, obra do Jaderson, comecei a trabalhar desde cotação até a logística para aquele produto chegar na obra, fazer empenho de boleto pra poder passar desde o financeiro. Foi uma oportunidade! Eu pude aprender planejamento de obra, e, nessa parte a Sonner também me ajudou. Desde estão, estou conquistando novos espaços, eles viram minha capacidade, que eu poderia ajudar no setor de benefícios. A Larissa mudou de setor na época, na área de gestão de marketing e eu pude então trabalhar nesse setor que antes era da Raphaela Pimenta, que ela havia abraçado.
No final de 2016 a gente já tinha mudado pra nova sede aqui na Rondon e eu fui promovida oficialmente, fiquei muito feliz pelo reconhecimento que todos tiveram e ali eu pude trabalhar na gestão de benefícios, na parte de frota, atendendo juntamente a Sonner e os funcionários, um meio de campo entre a diretoria e a equipe, os colaboradores… Eu tô aqui nesse meio termo né? rsrs
Eu to muito feliz na empresa, continuo atualmente com a obra da fazenda. Eu que ajudo o Jandson, nos terrenos do Jander, da June, de toda a família, desde cotações até a logística pra saber como o material vai chegar lá junto com os gerentes, com a equipe que ta lá trabalhando. Eu sou muito feliz nessa área, é uma área que eu me identifico bastante.
Não é fácil, as vezes eles ligam 3h da tarde “Carol quero material pra amanhã cedo”, então eu tenho que fazer a cotação, ver qual a melhor logística pra esse produto chegar no local, quem vai levar, o custo benefício, qual vai sair mais barato, o frete A ou frete B ou trazer pra empresa. Então eu gosto muito de trabalhar nessa área e a cada dia eu só tenho a agradecer mais e mais por todas as oportunidades que chegam e a gente tem que abraçar, eu acredito nisso.
Quais características suas você acredita que te auxiliaram na Sonner? Porque como você disse, é difícil e você acaba que fica nesse meio termo ne?
Larissa, são várias pessoas que me inspiram, eu aprendi muito com a Raphaela Pimenta e inclusive com você também… Tem que ter um equilíbrio, Raphaela Pimenta e Larissa, as duas são muito competentes, mas o modo de lidar é muito diferente, então eu tentei absorver e ver qual seria a minha melhor característica pra minha personalidade. Eu sempre cobro os colaboradores com muita educação, paciência… Mas fico em cima, se a pessoa não envia o relatório, todo mundo sabe, eu ligo, mando mensagem falando “cadê? Eu preciso”. As vezes as pessoas não gostam, mas é o meu papel e eu tenho que servir a empresa, eu não quero ser carrasca com ninguém mas tem prazos. Eu nunca tive problema com ninguém, graças a Deus todo mundo responde com atenção, com educação e dentro do prazo.
Eu acredito que 70% do nosso sucesso profissional tem haver com o modo que a gente lida com as pessoas, trabalhar aqui na Sonner é lidar com as pessoas da diretoria, com os colaboradores, se a gente tiver paciência, educação, souber se colocar no lugar do outro a gente vai alcançar o sucesso e esse é o meu lema.
Qual foi um momento marcante da sua trajetória na empresa?
A partir do momento que eu estava com a dificuldade, que eu tinha que voltar, que eu estava fora da empresa lá em 2013, 2014, que eu estava na faculdade, minha vó teve um problema de saúde e eu não sabia como não abandonar meus estudos e ainda dar um suporte a ela, a empresa pode me abraçar, me acolher, ela sempre foi meu porto seguro. Inclusive teve um caso, quando eu entrei no colégio, eu cheguei lá no primeiro dia, o Zé Odélio na época tinha me dado uma carona, peguei minha malinha e ele me deixou naquele lugar que eu tinha ido uma vez só pra fazer o vestibular então eu não conhecia nada. Cheguei e a preceptora que era a pessoa que tomava conta do ambiente da parte feminina, do residencial, eles me disseram “a gente não ligou pra você, não era pra você estar aqui agora, as aulas vão começar só depois, quem te ligou?” Eu fiquei um pouco apavorada, minha carona já tinha ido embora, eu me senti ali sozinha e pensei “meu Deus, eu to super longe, sem dinheiro, vou começar uma nova vida e a pessoa não tava me esperando, mas eles ligaram”. Então eu entrei em contato com o Jaderson quase chorando e falei “Jaderson, eles disseram que não era pra eu ter vindo ainda mas eles me ligaram, e agora eu to aqui sem dinheiro, sozinha” Eu me senti uma criança perdida e ele falou “fique tranquila, se eles te ligaram eles vão conseguir, mas se você precisar de qualquer coisa a empresa vai te dar esse suporte” e eu me senti protegida, na Sonner eu me sinto protegida, não só a minha parte profissional, mas aqui eu também fiz uma família, criei amigos e eu me sinto amparada, me sinto querida, não só pela diretoria, não só pelos Tavares, mas também pelas amizades que eu fiz aqui dentro de funcionários e a Sonner me passa essa segurança.
Conta agora alguma situação engraçada?
Então, o Jandson é uma pessoa muito séria, mas as vezes quando ele quer brincar acaba sendo muito engraçado, as vezes ele é cheio de piadinhas. Teve um dia que ele me pediu um serviço, uma atividade e acabou que eu não fui tão a fundo nessa atividade e quando eu cheguei com a resposta, ele começou a perguntar as outras questões que ele tinha, que eu não tinha levantado anteriormente. E aí, ele me contou a história do caminhão de laranja. Aí ele conta que havia um caminhão de laranja do outro lado da rua e havia dois funcionários, o chefe pediu para que o funcionário fosse lá e verificasse quanto estava a laranja. O cara saiu correndo, atravessou a rua e falou “quanto que está a laranja?”, o vendedor passou o valor, ele voltou e passou pro chefe dele e ele disse “mas se eu comprar dois sacos sai mais barato?” e o funcionário disse “pera ai que eu vou ver”, foi lá correu, perguntou, voltou e ficou nesse vai e vem. Ai o segundo funcionário, o chefe pediu pra saber quanto que era, o segundo funcionário foi, deitou, pegou a faquinha, chupou a laranja, perguntou quanto custava, perguntou se levasse mais quanto teria de desconto e foi destrinchando, depois de um tempo ele voltou já com todas as informações. Quando o Jandson me contou isso, eu fiquei um pouco envergonhada, mas eu aprendi que a gente tem que buscar saber todas as informações que possivelmente ele gostaria de saber, e foi um momento muito engraçado porque tinha mais gente na sala e agora toda vez que ele me pede alguma coisa que eu não saiba todo o contexto do que eu preciso ele comenta do caminhão de laranja, assim é o Jaderson também, não só o Jandson, então a gente vai aprendendo até com essas anedotas que eles passam pra gente.
Você sabe que eu cresci ouvindo essa história né? Mas isso nem foi engraçado Carol! Foi mais uma lição importante hahaha
Entrega alguma história engraçada da salinha do suporte Carol?
A galera do suporte é bem descontraída! rsrs Competente também, mas as vezes no momento de descontração tem gente que imita outras pessoas muito bem… não vou entregar aqui, mas a minha galera sabe quem é! Então, viver ali no suporte, eu passei a ficar ali na salinha, pra mim foi uma alegria contagiante que a galera passa, muito engraçado a gente ri sempre, eu sou muito feliz de trabalhar com essa galera, e quem imita muito bem sabe quem é, imita alguns dos nossos gerentes também, e eu gosto muito dessa descontração toda que a gente vive ali.
Como foi ficar longe dos colegas durante a pandemia?
Nesse período de pandemia, a gente teve que se adaptar né? No começo eu senti muito a sala vazia sem a galera, com o tempo a gente vai acostumando mas ainda sente a falta da descontração, da alegria, daquela barulheira do pessoal atendendo… Então, eu sinto falta mas creio que é só um momento e isso vai passar, a gente tem que tomar todos os cuidados, é por um bem maior que a galera ta trabalhando de home office, mas com certeza eu sinto muita saudade disso, as vezes fico lembrando e rindo sozinha das coisas que aconteceram, mas eu sei que isso logo vai passar se Deus quiser e as coisas vão voltar ao normal, porque eu to com saudade da galera.
Se você pudesse dar algum conselho ou dica para os outros funcionários, qual seria?
Eu acredito que quando a gente entra aqui na Sonner a gente tem que dar o melhor, porque é uma empresa que abraça o funcionário, que está disposta a ver o potencial da pessoa, ter um crescimento profissional, as amizades que a gente faz aqui dentro. Sempre que alguém novato me pergunta alguma coisa eu falo “Dê o seu melhor, tem alguma dúvida pergunte, não tenha medo, a gente está aqui pra ajudar, porque é uma empresa fantástica de se trabalhar” Eu visto a camisa da Sonner, quem me conhece sabe. Então é isso aí galera, a gente tem que ter humildade, não somos melhores que ninguém e eu creio nisso piamente, e correr atrás dos nossos objetivos, ser proativo, buscar conhecimento a cada dia, porque isso só vai trazer coisas boas, pra empresa e pra gente também.

