Conheça a nossa especialista em folha e veterana de casa que é pura lógica, coração e dona de uma coleção de 600 jogos e 18 videogames! Nesta entrevista, a “Vevis” abre o jogo sobre as novas mudanças na Sonner, dá dicas de comprometimento e ainda conta histórias engraçadas do suporte que vão fazer você rir. Veja a transcrição da entrevista abaixo e assista ao vídeo completo.
Aqui está a transcrição completa da entrevista, com os nomes limpos (sem os carimbos de data/hora ou numeração de fontes) e organizada com dois pontos antes das falas para facilitar a sua leitura e o uso no material por escrito:
Larissa: Oi, Vevis. Bom, posso chamar de Vevis, né? Nossa história, os anos juntas já me permitem ter essa intimidade com essa pessoa.
Veviane: Pode, mas Vevis é dos apelidos que normalmente eu ganhei ao longo da empresa, porque Vivi seria o adjetivo, o apelido certo, né? Por causa do meu nome é Viviane, então deveria ser Vivi. Então Bevis é uma variação e aí tá tudo bem. Agora Vivi eu corrijo.
Larissa: Porque não é Viviane, né?
Veviane: Não é Viviane! Mas velhos, assim, 90% da empresa me conhece por velhos. É, tá tranquilo.
Larissa: Seja bem-vindo à nossa figura do mês. Estou aqui de volta, dá-me licença, maternidade. É prazer estar aqui conversando com você e voltando aí com uma convidada de muito tempo de Sôner e que…
Veviane: De muito tempo de Sôner e que.
Larissa: A gente também tem uma história lá atrás, né? De Guitar Hero, Entendedores da Invenção.
Veviane: Fiz até cartão com o seu namorado. Ex-namorado na época.
Larissa: Ex, ex.
Veviane: Ex-namorado na época. E de lá pra cá, já muita água rolou.
Larissa: Muita água rolou. E bom, é… Nossa, meu telefone tocou e eu tô com medo dele tocar. Peraí, deixa eu dar uma pausa aqui. Nessa hora a gente vai ter que editar porque o início ficou muito bom. Eu vou fechar meu WhatsApp. Vão colocar no modo não perturbe.
Veviane: Aí eu fechei o meu aqui porque senão é o tempo inteiro aqui e tem alguém falando alguma coisa. Tá, pronto. Só deixei aberto aqui se cair algum chamado de servidor fora do ar, que aí eu preciso pegar e passar.
Larissa: Não, é porque senão ia começar a tocar aqui notebook o telefone com você aqui, eu esqueci de fazer isso. Bom, então eu tô voltando aqui da minha licença-maternidade, entrevistando você. É prazer entrevistá-la, nossa história que a gente tem juntas, né? E seja bem-vindo! E seja bem-vinda!
Veviane: Obrigada! Vamos tirar essa coisa do meio.
Larissa: Ô, Veves, quando eu te chamei pra gente gravar essa entrevista, você reagiu de uma forma assim, você falou assim, ixi, lá lá, acho que não vai dar certo isso aí não, né? Não, o povo não é meu fã não, não vai dar certo, ó, eu tô jogando na roda pro pessoal, ficou perfeita a reação. E aí eu tô pouco curiosa assim, né? Eu queria ouvir de você, quem é você? Por que dessa reação? E como que você se descreveria, falando pouco da pessoa Viviane, sem ser só no contexto de trabalho?
Veviane: Tá bom a reação é mais porque a posição que a gente tá hoje é que eu estou né que nós temos três na nossa equipe que é o processos e ele é o intermediário entre o suporte e o desenvolvimento e a gente é meio que uma ponte entre os dois e essa posição em específico como o Carlos gostava muito de brincar a gente é pavo para ser odiado.
Larissa: É uma posição difícil, né?
Veviane: Isso, é uma posição complicada, porque nessa posição eu tenho que barrar aquilo que não tá qualificado pro desenvolvimento E às vezes o pessoal não entende que essa barragem não é pessoal Porque se você analisar, eu não conheço 95% dos funcionários da Sônia Eu conheço parte da equipe, tanto desenvolvimento, na verdadesenvolvimento até que eu conheci mais, porque a gente já fez tanta reunião juntas, teve evento específico depois da convenção que foi para o desenvolvimento e tal, então… Mas assim, na parte do suporte, io acho que são aproximadamente 150 suportes.
Larissa: Sim.
Veviane: E eu conheço o quê? 20. Conhecer pessoalmente. Né falando tem mais alguns que a gente conversa ali pelo ar então eles tiram dúvida pergunta e tudo mais mas agora conhecer mesmo as pessoas eu não conheço então eu não tô recusando chamado porque eu não gosto de a ou b sim deu é mais porque nós definimos critério isso foi estudado foi conversado veio da diretoria a gente pensou fez os planos organizou e implantou então a implantação é complicada Todo mundo tem que aprender, tem que se adaptar e tudo mais A gente até fez a aula do fluxo pra tentar ajudar, entre outras coisas Então às vezes eu acho que existe uma barreira em que as pessoas iam ao lado de cá E ficar pensando isso, mas ela me poda Teve até caso esses dias que nós fizemos uma reunião em Araguari com o pessoal Eu falei assim, não, mas vocês já estão acostumados, vocês me odeiam porque eu bloqueio a chamada Falei assim, não, no começo eu…
Larissa: Ficava puta mesmo, hoje não Então tem…
Veviane: Essas coisas, quando você devolvia o chamado, ele achava ruim. A gente até comentou que a gente estava na convenção, tinha uma moça sentada junto com a gente, que ela estava olhando pra gente com cara feia.
Larissa: Ela brincou, falou assim, você está fazendo…
Veviane: Isso que eu devolvo seus chamados, não é? Tem pouco dessa coisa, mas na verdade, teve aqui que uma vez falou pra mim. Você colocou aquela mensagem lá, eu já pensei, vixe, o que eu fiz de errado? Aí eu falei, não criatura, existe duas coisas, ou eu estou te pedindo para fazer e essa é uma mensagem padrão com as orientações padrões para você não esquecer, ou então realmente você fez alguma coisa errada. Mas naquele caso você não tinha feito nada errado, ele falou assim, não, é que a gente já vê a mensagem a gente assusta, mas é muito mais uma questão de informação para as pessoas do que necessariamente estou corrigindo, porque a exigência da diretoria técnica hoje é que se chegue chamados aptos para serem atendidos, onde o desenvolvedor não precisa ficar adivinhando o que tem que fazer ou o esforço ficar concentrado nele, porque pensa assim, eu tenho problema na tela, se eu não explico o que é esse problema, o desenvolvedor tem que adivinhar, ele tem que entrar, ele tem que fazer teste, fazer outro. Então a ideia é que quanto mais informações tiverem, o desenvolvedor, por mais que ele olhe para tudo aquilo que você escreveu e pense assim, nossa Fih, você viajou, hein? Nem que ele fale isso, mas ele vai virar e vai falar assim, isso eu não preciso me preocupar. Porque esses testes ele fez. Isso aqui tá resolvido, não é este o meu problema. Então a ideia é sempre trazer pra esse lado. E aí acontece, quando as pessoas não conversam muito comigo fora ou etc, então eles não sabem, por exemplo, o meu tom é tom meio alto de se falar. Meio que assim, sei lá se eu tenho uma descendência italiana em algum ponto aí, mas pelo menos fui criada perto de Cachoeira, né?
Larissa: Sim!
Veviane: Então, eu falo mais alto, eu às vezes rio muito no meio da briga, faço comentário sarcástico E às vezes o sarcasmo, ele não tem aquela percepção sutil pra algumas pessoas Ele acha que é muito mais ofensivo do que realmente é.
Larissa: Pra ele ser engraçado Ainda mais pelo WhatsApp, né?
Veviane: É isso, pelo WhatsApp então é que você não sabe mesmo, né? Por isso que eu já normalmente mando a piada e uma risada que é pra pessoa ver que eu tô zoando Porque se eu mandar só… Ficou muita…
Larissa: Gente com piada igual eu, nossa! Aí a pessoa fica irritada…
Veviane: Não, mas já teve vezes, por exemplo, da pessoa interpretar errado, e aí subiu nas tamanca comigo, e aí é problema.
Larissa: Que não entendeu, aí virou aquela…
Veviane: É, aí eu virei e falei assim, tá, tá. Então, peraí que eu preciso te explicar. Você fez errado, e eu estou te falando que você fez errado. Mas aí mudou a postura, entendeu? Não, é porque eu te entendi. Eu falei assim, não, eu te chamei fazendo uma brincadeira com você, porque nós já tínhamos conversado N vezes sobre isso. Você não entendeu? Então agora eu estou te explicando. Você fez errado, corrija.
Larissa: Certo, aí veio a Vivi, que é a Vivi Brava.
Veviane: Isso, aí veio a… Isso, é o que as pessoas chamam de Brava, entendeu?
Larissa: Eu tô fazendo aqui de aspas, né? Mas assim, a gente falou pouco das suas características, mas você trouxe muito a sua história, do seu papel desenvolvimento, né?
Veviane: Eu acho que isso é bom pras pessoas entenderem, porque, por exemplo, quem eu sou?
Larissa: Entendeu?
Veviane: Isso dá pra você entender o que eu sou. Estou executando papel. E o meu papel hoje é esse. E por causa da minha postura de ser, às vezes, muito séria com algumas coisas, de exigir muito. Por que eu exijo? Não é porque eu sou melhor do que todos, mas é porque eu entrego aquilo. Então eu não consigo entender alguém que não entregue o seu melhor. É uma dificuldade pessoal. Muita gente me fala que me falta empatia. Aí eu falo, não, muito pelo contrário. Não me falta empatia. Se você virar pra mim e falar assim, eu tô doente, não consigo trabalhar, eu não vou te xingar por isso. Eu não vou falar, pô, puta que pariu, Larissa, você tá doente? Não, vai trabalhar. Eu não vou fazer isso. Eu entendo o que você tá passando e tudo mais, mas agora, quando você está trabalhando, que você tem que executar papel, eu espero que você execute.
Larissa: Sim.
Veviane: Mas eu sempre fiz assim. Agora é assado.
Larissa: É, e também… Mas eu tenho…
Veviane: Muito tempo, não tenho muito tempo, ok, mas não é possível que no seu horário de trabalho você não vai tirar 10 minutos, entendeu?
Larissa: Então eu acho que… Você acaba exigindo da pessoa que você também exige de você mesma, né? Seria isso.
Veviane: Exatamente, então pronto, se eu achar aqui, io tenho algumas tendências para fazer umas análises, aí durante o dia às vezes complica, é reunião, é o gerente chamando, é suporte pedindo ajuda, não dá para fazer todas. Se eu julgar necessário que aquilo seja feito fora do expediente para que o meu trabalho fique, eu vou fazer isso. Se eu não julgar necessário, não, tudo bem, amanhã eu consigo colocar em dia, io vou fazer isso. Então eu tenho essa percepção de aonde que eu devo me dedicar mais ou não. E automaticamente eu penso que todo mundo tem que fazer a mesma coisa.
Larissa: Porém, vivemos num mundo de pluralidade, de personalidade.
Veviane: Isso, e aí é onde que entra a questão das pessoas ficarem incomodadas com a forma que eu falo ou que eu expresso e tudo mais, entendeu? Mas não é nada pessoal, assim.
Larissa: Eu acho que o simples fato de você ter topado vir aqui gravar com a gente, né? E eu acho que… O figura do mês ele é muito isso, assim, ele acaba sendo de uma certa maneira espelho que as pessoas encontram, os colegas, você comentou aí, mais de 150 suportes Você na Sônia há tanto tempo, em seguida a gente vai falar da sua história na Sônia também Tanta gente que você não conhece pessoalmente, né? E aí muitas vezes a gente ouvir a história da outra pessoa é uma oportunidade da gente também se identificar com essa história Porque querendo ou não, você tendo as suas características, seu jeito direto na lata As suas exigências, você atendeu o cliente Você tava lá na ponta atendendo o cliente durante 12 anos, né?
Veviane: Parte da história foi atendimento direto ao cliente Então conta pra gente pouco.
Larissa: Dessa sua história na Sônia Porque assim, mesmo tendo essas características O cliente já falava, a Vivi… A Vivi não A Vébis… A Vébi… A Viviane é assim mesmo Então conta pra gente pouco da sua história E como que você soube usar essas características a seu favor Pra conseguir atendimento bacana lá nosso cliente Então,…
Veviane: Eu entrei, foi por uma indicação, na verdade, foi… Na verdade, assim, né, quem que não entrou por uma indicação na Sonner? Quem que não foi amigo de alguém, né? Raramente teve algum processo seletivo ou alguma coisa assim, né?
Larissa: Nossa grande família vai se…
Veviane: A Sonner é uma empresa familiar e eu acho que isso é uma coisa que às vezes o pessoal peca em lembrar Então é exatamente por essa characteristic dela ser essa empresa familiar que eu acho que tem tanta gente trabalhando e tem oportunidade para entrar no mercado de trabalho, né? E aí entra pouco no ponto que eu tava falando que eu acho que já que você tem essa oportunidade, então você deveria honrá-la, entendeu? Fazendo o seu trabalho.
Larissa: Entendeu?
Veviane: Não com picuinhas, não com birra, não com nada. Sim, mudou a regra, faz a regra. Se voltou a regra, faz a regra. Entendeu? Porque eu acho que é exatamente essa coisa de que a gente pode participar de uma grande família, né? É muito mais… Deveria ser muito mais valorizado.
Larissa: Bacana. Opinião pessoal, tá?
Veviane: Opinião pessoal sobre o assunto.
Larissa: Não, essa normalmente é uma pergunta que eu faço no final, né? Dá uma dica aí para os seus colegas que entraram agora, tá? Eu acho que esse já é ponto de partida.
Veviane: Então, eu entrei por uma indicação, fiz entrevista, inclusive, com o Jaderson. A entrevista, né, fiz com o Jaderson. Aí, eu já comecei a viajar na semana seguinte, eu acho que isso foi numa quinta-feira, eu comecei a viajar na segunda-feira e fui direto para a FDE. A FDE era projeto que estava surgindo em parceria com a extinta NEC, não que a NEC tenha deixado de existir, mas da parceria, né.
Larissa: 2004, Isso?
Veviane: Eu… 2004 Ou 2007? Não tem sim e não sei não.
Larissa: Não, acho que você não se pergunta.
Veviane: E eu não me lembro exatamente quando foi o primeiro ano que eu entrei, mas eu acho que é 2007.
Larissa: É, você tinha que falar 2007, eu confundi. É.
Veviane: E então, nessa época da parceria, tava começando a pegar a FDA, que era órgão diferente do que a Sônia estava acostumada a trabalhar. Porque nós trabalhávamos com Prefeitura, com Câmara. Lá era uma fundação, era uma autarquia do governo do Estado, então ele não se enquadrava exatamente nos moldes da administração executiva, que era o que a gente atendia, ou a legislativa no caso da Câmara. Ali ele era o, a FDE, ela foi o, ela era, foi não, ela é o braço executor de obras da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Então todas as escolas, todo o projeto educacional, alimentação, tudo que se envolve a educação, ela é gerida e sai da FDE esses projetos. Então, por exemplo, io tenho uma escola para construir. É ela que vai fazer todas as etapas, desde a de analisar o terreno até cortar a faixa. Sim na inauguração com governador entendeu sim então aí foi grande desafio inclusive para empresa porque os sistemas que nós tínhamos não os atendi a gente tinha sistema de obras que não é nem perto do que a fda utilizava como obras como o tipo de e isso seria desenvolvido então eu entrei para trabalhar nesse cliente primeira coisa que eu aprendi foi folha de pagamento Por isso que hoje quando eu falo para vocês, eu sou especialista em folha e realmente eu sou especialista em folha. A implantação da folha da FDF foi eu que fiz, entendeu? Teve outras pessoas participando lá em alguns momentos, porque durante a história nós tivemos momentos em que digamos assim, parou o projeto por algumas questões comerciais, enfim. Então, quer dizer, a gente teve participação da Sheila no desenvolvimento, teve do Eliseu, teve do Neander, mas, em certo momento, todas essas pessoas saíram e quem tocou a implantação lá dentro foi eu, entendeu? E a Sheila como desenvolvedora, ficou a desenvolvedora do projeto ali na parte de folha de pagamento. Então depois disso foram surgindo os outros sistemas que foram entrando, licitação, eu que fiz a implantação, então eu também sou uma especialista em licitação, almoço gerifado, patrimônio, frotas, mas isso na época do sistema desktop e o sistema foi muito modificado para eles porque o contrato era disso, o fonte, digamos, era deles era.
Larissa: Contrato bem à parte, né? Bem à parte, isso.
Veviane: E aí com o passar do tempo foi se estruturando uma forma de atendimento ali e existia uma equipe interna deles, a nossa equipe que também ficava lá dentro. Nós não atendíamos qualquer coisa, eles tinham os chamados e eles passavam uma lista desses chamados pra gente, que a gente trabalhava com isso durante mês ali, tinha uma quantidade de horas que nós atendíamos de chamados e a gente atendeu o cliente, atendeu o suporte e coisas normais, então… Mas no começo, quando começou, aí logo depois houve essa paralisação e durante a paralisação eu sair de lá e fui viajando em algumas cidadezinhas ajudando em alguns projetos que estavam paralelamente acontecendo junto com a implantação de lá, né? Que era Poços de Caldas, Louveira e Itapetininga, eram clientes que estavam começando e como a gente tinha a parceria com a ANEC, então vários do pessoal que entrou naquela época, foi mais ou menos uns 18 ou 20 pessoas, eu não me lembro exatamente, Também fazia essas viagens, porque eram clientes muito grandes e eram simultâneos, era muita gente, né? Ali a gente teve muita gente legal, muita gente boa de trabalho mesmo, assim, e teve algumas pessoas que… Mas dessa época não ficou ninguém, assim, na empresa praticamente. O último que nós temos contato mais próximo seria o Thiago, mas ele não é da Sonner hoje, ele é dessas empresas que prestam serviço para a Sonner, né? Então ele trabalha com o sistema da Sonner, mas ele… Não, eu acho que é o Megali, Thiago Megali. Era o Thiago Tenente.
Larissa: Não, o Tiago Tenente, o megalhão. É, o Tiago Tenente.
Veviane: Isso, então é o Tiago Tenente. É porque eu não lembro o sobrenome dele.
Larissa: Sim, eu lembro.
Veviane: Ele foi dos que ainda continuam trabalhando com o sistema, mas não é.
Larissa: Funcionário mais da empresa.
Veviane: Então assim, daquela época não ficou ninguém, digamos assim, que veio nesse processo da contratação com a NET. Então, depois que teve essa migraçãozinha aí, que durou mais ou menos uns dois anos, e por fim eu fiquei em Santo André durante… Eu fiz poucas viagens pra Itapetininga, Louveira e Poços, e aí eu fui pra Santo André. Santo André também estava implantando, estava terminando, ia começar outra implantação, o Magno estava lá, então pediram pro Magno ir fazer essa outra implantação e eu fiquei no cliente. E aí eu terminei de implantar patrimônio, mostro de fado, compras, e fiquei dando suporte em contabilidade, folha, e lá era câmara, né? Então, o que eles fizeram? Inclusive, a configuração de férias que se existe no sistema hoje é por causa de Santo André. Eles tinham particularidades no cálculo de férias deles, que eles faziam uma contagem de tempo e tudo mais, então a gente desenvolveu aquilo lá naquela época. E aí, então hoje, essa configuração legal que tem aí, que todo mundo usa, foi desenvolvida lá dentro.
Larissa: Porque você passou por vários clientes, então você entende hoje como que é esse atendimento na ponta Você ficou na FDE aí acho que 12 anos né, que a gente estava conversando aqui antes de você fazer essa conversa Passou por muitos desafios com certeza lá E aí você teve hiato da sua história na Sôner aí Que a gente tava conversando acho que em 2022, né? Que você saiu e voltou em 2024.
Veviane: Isso, exatamente E voltou para fazer.
Larissa: Trabalho no desenvolvimento E aí eu queria ouvir de você pouquinho, assim, sobre esse novo momento no desenvolvimento Lá no início da nossa entrevista você falou bastante desse seu papel, que papel que é esse, como você está ocupando Mas, assim, embora eu estive fora nos últimos seis meses, mas eu sei que a gente tem passado por várias reestruturações no desenvolvimento, né?
Veviane: Tem, tem retorno é o meu retorno a entrada do carlos é tudo nessa parte do papel que ele fazia antes de mim tudo isso tem a ver com esse processo da reestruturação que ele já tá começando na verdade ele começou desde a época que a dione entrou para fazer parte da distribuição das tendências ali ela já já fazia pouco disso desse direcionamento Então, quando o contrato da FDE foi encerrado, o Carlos assumiu ali, porque ele tem muito conhecimento em gestão técnica e tudo mais, né? Então, ele trabalhou muito com essa questão de gerenciamento antes dele entrar pra SONER. Na FDE era o papel que nós dois fazíamos juntos, ele era líder da equipe desenvolvimento e ele trabalhava comigo nessa partida de fazer a gestão dos chamados ali. Então… Ele continuou esse trabalho que foi iniciado lá atrás ele conseguiu implantar algumas melhores que foram negociados discutidos ali ao longo e aí ele saiu agora ele me chamou na verdade antes dele sair né do posto ele me chamou para ajudar nesse processo porque já tinha havido a intenção né de melhorar esse processo da qualidade dos chamados para chegar no desenvolvimento E então ele me falou, olha você é uma pessoa que eu sei que vai me ajudar muito nisso porque a gente trabalhou junto exatamente fazendo isso. Então eu precisei, io vou precisar da sua ajuda. Então eu voltei para ajudá-lo nesse sentido e eu ficava ajudando a fazer o controle, a colocar nos sprints, a conversar com o pessoal, a orientar, assim, isso mais na parte do desenvolvimento. O suporte ali não tava tanto com contato comigo até esse momento certo né eu pegava alguns chamados lia aqueles chamados eu mesmo colocava comentários ali para melhorar e tudo mais para deixar pronto para o desenvolvimento e alguns a gente fechou porque era chamado muito antigos ou perguntou pessoal né foi fazendo limpo do pessoal olha tem três anos esse chamado aqui a gente precisa preciso, o cliente ainda quer. Ok, então coloca ele aí do jeitinho bonitinho que a gente já vai… Sabe que é chamado que a gente.
Larissa: Tem que dar atenção. Vai colocar ele numa fila.
Veviane: Vai colocar ele em algum momento, ele.
Larissa: Vai entrar em alguma fila.
Veviane: E aí, então, consequentemente, em continuidade disso, a gente teve uma, agora recente, uma estruturação nova no time desenvolvimento, tá? Porque a gente tinha equipes muito específicas e muito espalhadas, cada uma fazendo alguma coisa. E a ideia agora é que todo time desenvolvimento entenda pouco de tudo. Então, se conversem, troquem conhecimento pra que, na ausência de a gente não fique refém de não ter como resolver aquele problema.
Larissa: Sim, ter verdade das funções.
Veviane: Isso, e aí compartilhar com o conhecimento, no final das contas, é sempre muito mais vantajoso, porque você tá sempre expandindo o seu cérebro, tá sempre colocando ele pra treinar, então… Então, por mais que uma pessoa nunca vá mexer lá no sistema de contabilidade, uma pessoa de educação, por exemplo, nunca vai mexer em contabilidade, mas ele sabe, ele aprendeu, ele entendeu. Então, quer dizer, isso aqui não é perdido pra ele.
Larissa: Tem uma lógica ali por trás.
Veviane: Tem uma, é. Então, assim… Então os times foram reestruturados com essa visão de poder fazer esse compartilhamento né estender e aí às vezes por exemplo você tem uma nova implantação vai acontecer agora que é o novo sistema de tributação que io que a gente vai trocar o sistema de tributação antigo pelo novo né então o novo já está em teste em cliente e quando começar turno que ele já vai ser implantado direto em artur Então para desenvolver esse sistema foi uma equipe que são várias pessoas ali que pegaram para fazer, essas pessoas não trabalham só com isso, essas pessoas fizeram isso na migração de protocolo, fizeram na migração de saúde, então agora estão fazendo contributação e aí isso vai acontecer com outros sistemas que a gente já tem na fila. Tem o de saneamento, tem o de compras, tem o de RH, que tem planos para ele também, porque o de RH é dos que o pessoal mais pergunta, né? Quando que vai estar na web? Então, e é dos sistemas mais complexos, maiores.
Larissa: É dos grandes, né? Que ainda tem algumas coisas na web, mas ele ainda tá…
Veviane: Ele tá 90% no desktop.
Larissa: Isso. Então, eu acho que o pessoal se pergunta muito, né?
Veviane: Pergunta muito dele. Então, assim, a equipe teve essa reestruturação lá dentro pra quê? Na forma que o chamado chegue, io tenha mais opções de atendimento Porque antes eu ainda escuto isso, né? Porque o pessoal ainda é muito acostumado isso aqui é fulano que vê! Aí eu olho assim… Pode deixar…
Larissa: Não é fulano!
Veviane: É, pode deixar que eu encaminho Olha,.
Larissa: Já mandei pro fulano aqui, mas é só pra te avisar Não tem mais.
Veviane: Razão, porque não é o fulano necessariamente que vai ver aquilo agora os tech leads, que são os gerentes das equipes, digamos assim, é que vai ver quem que ali pode atender ou que é capaz de atender aquele chamado. É óbvio que cara X ou Y, ele tem mais conhecimento naquela área. Então dependendo do problema, é óbvio que é preferencialmente pra ele que vai o problema pra ser resolvido. Mas a ideia é que chegue momento que todo mundo possa atender esse mesmo problema.
Larissa: Entendeu?
Veviane: Então a empresa ela tá caminhando nesse caminho porque a gente vai pegar muito mais cliente, vai ter muito mais demanda, vai precisar de muito mais mão de obra. Então toda mudança ela gera primeiro desconforto, depois ela gera atrito, até que ela gera estabilidade. Então a gente tem uns passos para acontecer e a gente tá em processo de adaptação então pode acontecer de chamado ficar mais tempo esperando pode acontecer de chamado não ter sido passado pode acontecer de alguém reclamar que ai meu prefeito aqui brigando comigo ok pode acontecer na verdade isso sempre aconteceu então A ideia é que ao longo do tempo a gente não tenha mais esse tipo de situação, que o fluxo funcione redondinho até a ponta, não é só até chegar no desenvolvimento, é até chegar de volta no suporte. Entendeu? Então assim, hoje a gente já melhorou absurdo, as pessoas não têm noção numericamente quando a gente fala disso, porque elas não têm acesso a esses números, né, é claro. Mas visualmente, assim, você percebe a diferença, entendeu? Tanto pra qualidade do chamado que chega, pra que eles atendem, pra velocidade que tem disso pra finalizar o atendimento. E eu acho que isso é o mais importante para a empresa, ela ter uma resposta rápida. Então a gente está fazendo estruturações não só no time, como também outras tecnologias que vão ser implantadas, que vão ser aderidas, e à medida que essas tecnologias forem entrando e fazendo parte, a ideia vai ser sempre essa. Velocidade, agilidade, menos esforço para fazer uma coisa que às vezes a gente conseguiria resolver mais rápido. Então a ideia é essa, melhorar o atendimento de cá para melhorar o atendimento De lá.
Larissa: Na ponta, né?
Veviane: Na ponta, mano.
Larissa: Foi muito legal ouvir você falando sobre tudo isso. Eu acho que, assim, pra mi, que tô voltando agora, né, saber de todas essas mudanças, mas querendo ou não, acho que essa acaba sendo uma plataforma que o pessoal acessa bastante pra ouvir sobre as novidades, né? Então, assim, tá ouvindo de você sobre essas mudanças, sobre os motivos que levaram a essas mudanças. E é isso aí, como você falou, e estamos torcendo por isso Muitos novos clientes vão entrar, a empresa vai continuar crescendo E a gente precisa dessas mudanças E aí pra finalizar, vamos finalizar com leveza, com risada Porque essa pergunta é clássica do figura do mês, eu não posso deixar de fazer E de você, assim, você teve muito tempo de atendimento E tem muita gente aí, mais de 150 suportes que vão se identificar com essas histórias Conta pra mi uma história engraçada que você viveu nesses seus anos.
Veviane: Tá, mas teve uma pergunta que eu não te respondi, você pode me perguntar ela de novo depois se você quiser, quem sou eu que eu não respondi isso, a gente falou outras coisas, mas tudo bem. Vamos lá.
Larissa: Então primeiro me fala, quem é você em uma palavra?
Veviane: Em uma palavra? Não, em uma palavra não dá, colega. Em uma palavra? Como assim, em uma palavra?
Larissa: Não, tudo bem, uma palavra é muito pouco, assim. Em uma… As principais características, se você pudesse escolher três.
Veviane: Sincera, é… Responsável e… Agora a outra é meio complicada, mas espera lá.
Larissa: É difícil, né?
Veviane: É, não, mas é porque eu acho que é pouco amplo quando você vai falar de si mesmo, assim, pra você resumir em três. Então, por exemplo, se eu te falar que eu sou uma pessoa muito sentimental, você vai duvidar.
Larissa: Por causa das outras características que às vezes tem na frente, né?
Veviane: E eu sou extremamente sentimental.
Larissa: Olha só, que interessante. Eu aposto que a maioria não sabia disso.
Veviane: Eu sou extremamente lógica, e aí é que entra ponto. Eu sou muito lógica, eu sou muito literal. Entendeu? O Caio sofre comigo quando a gente fica discutindo sobre semântica, entendeu? Mas eu sou extremamente sentimental e isso não anula nenhuma das outras. Na verdade, elas são complementares, entendeu? Então, por exemplo, se você for falar qual hobby que você acha que eu teria? Você sabe que eu gosto de cozinhar e que eu jogo videogame. Mas ninguém sabe que eu tenho 18 videogames e mais de 600 jogos.
Larissa: Nossa senhora, os fãs de game, nós vamos levar esse link para esse canal, entendeu?
Veviane: Aqui no vídeo você vê dois instalados ali, você tá vendo ali, o Switch e o Playstation 5, entendeu? Então assim, porque a gente é uma coisa muito complicada de você se definir, às vezes, só com três palavrinhas, né?
Larissa: Nossa, com certeza. Eu sei que é desafio a gente fala assim porque é realmente para propor essa reflexão.
Veviane: É, mas então, as características, por exemplo, que no trabalho todo mundo vai ver em relação a mim é essa questão da responsabilidade, que eu sou muito sincera.
Larissa: Direta, na lata. Direta, na lata.
Veviane: Esse é problema seríssimo e eu não tô brigando com ninguém.
Larissa: Quando eu tô brigando… Você pensa três vezes, tá conversando com a Vélez. Não, tá tudo bem. É a Vélez, tá sendo direta, mas…
Veviane: Quando eu tô brigando, é a coisa mais engraçada. Eu fico calada. Se eu tiver puta.
Larissa: Então, vocês já sabem. Tá calada, tá puta. Tá falando direto, tá de boa.
Veviane: Tá tudo de boa. Outra coisa que eu brinco muito em relação a isso. Tipo assim, cara, se eu ainda tiver te xingando… Significa que eu ainda me importo. No dia que eu fui extremamente educada com você falando baixinho polida significa que você não é nada para mim, você…
Larissa: Não significa nada você tá falando isso é que você tá abrindo todas essas cartas e jogando na merda não tem. Problema se isso por exemplo facilitar com que as pessoas entendam a comunicação Vai facilitar, com certeza. Tá ótimo, não tem problema. Mas vamos lá, história engraçada.
Larissa: Conta pra gente uma história engraçada.
Veviane: Todo suporte já passou por essa.
Larissa: Peraí, peraí. Começa de novo. Vou pegar essa parte da entrevista e vou jogar lá no início. Ficou muito boa. Então agora conta pra gente aí uma história engraçada.
Veviane: Eu acho que todo suporte já passou por essa mesma situação. Eu vou te contar duas, mas eu acho que tem uma que todo mundo já passou. Que é você tá lá no seu computador ali trabalhando, recebe a ligação de alguém que fala assim, tem erro aqui na tela. Aí você vira e fala assim, tá, beleza, lê o erro aí pra mim. Tá perguntando se eu quero imprimir.
Larissa: Não, não é possível, gente.
Veviane: Aí você vira, aí você fala assim, você quer imprimir? É, quero. Então clica no imprimir. Eu acho que, eu acho assim, que se suporte não passou por esse tipo de atendimento, ele ainda não foi batizado na empresa.
Larissa: Nossa senhora.
Veviane: Esse aí é defunto. Então, junto com esse, por exemplo, eu tenho outro que entra naquela parte que eu te falo do sarcasmo, que ele é meio complicado, né? Porque eu tava lá no computador e a pessoa que era da contabilidade me liga, pedindo ajuda. Então, nesse cliente específico, que era o Santo André, você tinha o departamento de Folha e o departamento de Contabilidade, normal, fofinho. Então, lá na Folha, todo mundo cadastrava as informações, dados, tal, tal. Quem cadastrava a conta bancária era na Contabilidade, certo? Beleza. Só que, além de você cadastrar a conta lá na Contabilidade, essa pessoa incluía a conta no funcionário, era a única coisa que ela fazia dentro da Folha. E, na verdade, ela também gerava o pagamento da folha, mas eu digo no cadastro, né? Então ela colocava a conta ali para o funcionário. Se a conta não está cadastrada, logo o sistema te dá uma mensagem.
Larissa: Que não é erro, ok, querido?
Veviane: Que não é erro, é aviso, é aviso. O cliente, assim, apareceu na tela, é erro. Automaticamente, é aviso. Tudo é erro. Aí ela me ligou desesperada, brava, e ela era contra a gente lá. Porque a empresa anterior fazia todo o trabalho dela.
Larissa: Certo.
Veviane: Entendeu? E a gente não fazia. Então a gente ensinou a que eles usassem o sistema. E aí ela já era completamente contra a presença nossa lá, né?
Larissa: Imagino.
Veviane: E aí ela ligou falando assim, tô com erro aqui no sistema. Nossa, meu Deus, erro na contabilidade, puta que pariu. Tá, me explica o que foi. Aí ela falou, tô tentando cadastrar a conta aqui no funcionário e eu não consigo. Ok. Detalhe, eu tô contando no mesmo tom dela que é pra vocês entenderem como que ela falou, tá? Porque eu tenho essa mania, quando eu tô contando história, de replicar os tons falados pra você não entender errado.
Larissa: Bebe, sente, geral, até contorna.
Veviane: Então, isso é fator, tá? Aí eu virei e falei, não, mas tá bom, então me explica aí, lê pra mim o erro. Aí ela falou assim, tô falando aqui que esse funcionário não tem essa conta cadastrada na contabilidade, que tem que cadastrar. Falei, então, tá fácil da gente resolver seu erro? Ela, o que eu tenho que fazer? Liga pra você mesma, pede pra você cadastrar e aí você inclui a conta aí no funcionário. Aí ela começou a rir.
Larissa: E desarmou ela pelo menos.
Veviane: Aí ela assim, ai sou eu que cadastro a conta, né? É você que cadastra. Aí ela desligou Comecei a reaír, o pessoal começou, o que foi? Eu, não, nada não. Esse tipo de atendimento, pra gente, é muito engraçado, porque é muito ilógico o jeito que o cliente chega, entendeu? Mas assim, esse tipo de coisa sempre vai existir. Se alguém não recebeu .. Tô com erro no sistema e aí vai ler lá, é desejo imprimir, quer cancelar, sabe? Se não for alguma coisa assim… Tudo.
Larissa: É erro no sistema, tudo é…
Veviane: Tudo é alguma coisa assim.
Larissa: Se tem alguém que é culpado, é o sistema, né?
Veviane: Agora, de convívio, você vai tendo monte de coisinhas que vai acontecendo, mas aí é complicado você falar, né? Porque tem uma, por exemplo, até com o Bernardo, foi sacanagem com ele.
Larissa: Nossa, gente, meu Deus, já vai começar a ser doce.
Veviane: Não, porque assim, tá? Não, mas a ideia dele foi besta, assim, sabe? A gente tava entrando lá na FDA e lá tinha as catracas e você passava com cartão. E ele não tinha o cartão de funcionário, então quando estava em plantação ia muita gente, então vocês iam lá, a gente ia lá na recepção pegar, a gente já tinha né, mas eles pegavam crechazinho temporário, só para poder passar.
Larissa: Ali na catraca né, e aí tinha.
Veviane: Três catracas né, e aí então assim, passou, passou outra e passou o Bernard e ele pegou e parou e virou assim lá perto do elevador Ué, o meu apitô é diferente! Aí ele falou assim, o meu apitô é diferente porque fazia pi lá, né? Na catraca, né? O meu apitô é diferente! Aí o outro vira pra ele e fala, não, é porque ele reconhece homossexual Aí ele parou, olhou com aquela cara de vai! Então assim, essas zoeiras, assim, isso aí é direto, tinha demais, né?
Larissa: Não, a zoeira never ends na sauna, isso aí…
Veviane: Não, não, isso aí não, isso aí tinha muito. É, isso aí, se você for entrar nessas histórias aí, aí você fica tendo monte, né? Então, melhor não comprometer nomes.
Larissa: Melhor, melhor. O Weves, nossa, super obrigada pela sua disponibilidade, io sei que tá tudo muito corrido por aí pra vocês, mas te agradeço muito aí por ter se aberto com a gente, mostrado seu lado, suas maneirabilidades, ter topado falar com sinceridade, que acho que o Weves é sincero e topou falar com a gente sobre tudo e compartilhar também desse momento do desenvolvimento, acho que é bem bacana e foi muito bom falar com você.
Veviane: Imagina mesmo que agradeço, precisando de ajuda, precisando de qualquer coisa, você sabe, tô sempre à disposição. Como parte do time, estou jogando pelo time. Eu achei bacana também, porque às vezes é uma oportunidade para o pessoal conhecer pouquinho mais do nosso trabalho, porque somos pessoas invisíveis, de uma certa maneira, né? Se a gente nunca se comunicasse com ninguém e só fizesse no automático, ninguém saberia que existe essa equipe.
Larissa: É verdade.
Veviane: Então, mas assim, é importante, eu acho que todo mundo tenha essa consciência de que a Sony está num outro momento, que ela está evoluindo, que ela está crescendo e que mais mudanças como essas vão existir. E quanto mais cedo a gente se adaptar, se propor a encantar, eu acho que o nosso papel nesse grande relógio, porque temos ali inúmeras catraquinhas todas girando para trabalhar, então eu acho que é melhor para a equipe inteira. Eu acho que isso foi bom para eles saberem.
Larissa: Com certeza, as mudanças vão chegar ainda mais nesse momento que a gente está vivendo no mundo tecnológico É impossível uma empresa de tecnologia que não esteja também passando por várias mudanças E é isso aí pessoal, estejam conosco, façam parte do time que tá remando, né? Que tá aí surfando essa onda de mudanças E isso facilita o trabalho de todo mundo Exatamente Obrigada e beijo para todos aí nos assistindo E se vocês assistiram até aqui, io não posso deixar de fazer meu merchan Conta para a gente as histórias do seu cliente Comenta aí, kkkk, vivi isso muitas vezes E a gente sabe que foi nem uma, nem duas, nem três, né? Quem atende e até quem interamente também.
Veviane: Deve ter É muito difícil não, hein?
Larissa: Valeu, Vevis, tchau!
Veviane: Até mais!

